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sábado, 7 de janeiro de 2017

+um conto!

Conto : Passeio de Domingo Para: Thayana , kamila e clarinha Depois da missa de manhã levaram a criança pra o zoológico, tinha pouco mais de um ano o bebê. Era esperto sorria pra tudo e pra todos. parecia um pouco com o príncipe George da Inglaterra ,seus Pais também se agachavam pra falar com ele. A mãe uma vez lhe contou que do açafrão se fazia coloral ;o pequerrucho olhou espantado praquela mulher. Em seguida os dois riram com vontade. Outra vez o pai lhe falou que fora do Planeta Terra existem estação espacial internacional e quem ta lá são os astronautas. Aquele casal era mais bobo do que o menino. por voltadas 9 da manhã chegaram ao zoológico; os humanos chegavam aos poucos para verem os bichos. Eram adultos, crianças, velhos e adolescentes e casais de namorados estavam felizes por terem ganho um presente de domingo. A criança gostou das águias e do casa de leões. os pais dele g gostaram de tudo; do papagaio, do urso panda, das cobras, do gorila do jacaré e do elefante do urso da floresta das girafas. Tinha os macacos também que ficavam no inicio da bica. Não a conseguiram decidir qual bicho gostaram mais; eram mais bobos do que acriança isso não tenham duvidas. Logo apos terem vistos todos os bichos forma compra sorvete pra criança e pra eles. O menino gostava muito de sorvete e sorria enquanto a mãe lhe dava essa comida , o Pai distraído olhava pra arvores e decidiu que ia da de presente pra o filho no dia das crianças um globo de neve e riu docemente o riso da alegria. A mãe do menino se contagiou com a felicidade do esposo e o beijou carinhosamente ,o pequerrucho gostou de vê aquilo e foi e senta no banco no meio dos Pais e de alguma forma conseguiu dizer: Pai! Mãe! Amo Vocês!. Humberto Lima 08/09/2016

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

+umconto

Conto: Amor de repente ´Para Larissa shalom e Clarinha Do Bairro São José par paria era rápido bastava passar por uma ponte andar um pouco e vê o mar macio da capital da Paraibana. Agarota era tímida mais sabia sorrir que era uma beleza .estudava numa escola municipal do bairro mesmo. Sua Mãe era domestica no Bessa, Seu Pai pescador. Amorena com 17 anos era um encanto bom de vê e de amar. Semana passada passado, no finalzinho da tarde inicio de noite se não engano. Caminhava sem pressa pela areia da praia de Manaíra. Estava a pensar no que iria escrever para o artigo de natal Correio da paraíba. Minha mente não estava bem não conseguia sintoniza em nada. Decidir sentar um pouco e olhar o mar, liguei uma musica no celular e fiquei ouvindo junto com natureza na segunda musica a morena chegou sorrindo sem se assustar comigo parecia um bixo d’agua. Tímido mais do que ela eu me assustei. -Calma moço! parece que nunca viu uma garota! disse sorrindo a morena. - tão bonita não! Falei e aguardei o fora. -Você é um pouco bonito !também rapaz. Agora me faz um favor olhar minha bolsa e meu vestido enquanto eu tomo banho, vim olhar meu Pai ir pescar no barco dele. Meu nome é Luiza moco. Disse sorrindo a moça enquanto tirava o vestido e bolsa e colocou junto de mim sorri-me de novo e de biquíni verde foi correndo tomar banho de mar. LINDA! TODA LINDA ÉLA TODA BELEZA SE RECONHECE NELA! Essa musica de skank tocava no celular coloquei no volume máximo e fiquei a olhar pra morena que nadava com a graciosidade de uma virgem ao descobrir pela primeira vez o amor que em muitos casos é único e dura uma vida inteira. Pouco a pouco o sol se deixava ir pra China seria dial á enquanto dura-se a noite aqui. A morena voltou e disse -Obrigada!-moço- eu sou meio boba mesma. depois tirou de bolsa uma pastilha halls de hortelã me ofereceu uma. Aceitei na hora. Em seguida a morena falou que estava com sede. Fui iate um quiosque e voltei com uma agua de cocô pra ela e uma garrafa de agua mineral pra mim. Sentei junto dela e comecei a falar sobre o mar es obre o pié de tambau quando existia. disse pra ela que uma vez fui de bicicleta de santa Rita até lá. A morena pareceu não acredita mais me sorriu mesmo assim. Ficamos conversando e trocando olhares de carinhos antes de partir a morena me beijou e falou no meu ouvido: Miguel amanha de manhã te espero na missa na capela de Nossa Senhora da Penha! não vai falta! E se foi ao ritmo do vento me deixando ali ainda com o gosto do beijo nos meus lábios. -Tá bom! Meu bem! Disse por fim antes dela alcançar o calçadão da praia. No outro dia pela manhã fui par missa com um buquê de flores vermelhas na mão a morena me esperava na frente da capela. - obrigada! Pelas flores moço. agora coloca elas no altar da Santa. falou Luiza, fiz na hora o que a morena mandou. Deus na missa abençoou a todos com alegria e amor. a Mãe da morena gostou de mim, faltava seu pai. No fim daquele domingo fui na casa da morena pedir a mão dela em namoro ao seu Pai .Joaquim depois de me olhar cuidadosamente respondeu assim: Que assim seja pode namora minha filha! Poucos dias depois era natal o artigo que escrevi pro jornal tinha o titulo de ‘ AMOR DE REPENTE!” Ao acabar de lê –lo amorena me beijou e disse pra mim: Namorado bobo! até que tu é inteligente. - Namoradinha arrisca é por isso que gosto de tu falei pra ela. Depois alisei seus cabelos e a beijei. As famílias cheias de uma grande esperança celebravam o nascimento do Deus menino; a noite da capital estava enfeitada de alegria de vida. Naquele instante estava sentando com a morena no banco do calçadão do busto de Tamandaré olhando um cruzeiro que estava ancorado lá longe no mar e que também festejava o natal no mar da Paraíba. Humberto Lima 06/12/2016

domingo, 1 de janeiro de 2017

+ um conto

Conto : Natal -Man... man... Mamãe oia oque eu fiz pra Pa...pa..papai. Balbuciou sorridente a criança e mostrava pra mãe o desenho que tinha feito na escola .era um rabisco colorido de uma arvore, uma casa e uma família, o pai a Mãe e a criança no meio segurando em suas mãos, típica cena feliz que todo mundo gosta. - Que lindo! criança. falou a mãe ao vê o desenho de sua cria ao mesmo tempo que dava um beijo estalado na sua Buchecha. Na casa vizinha naquele instante a vitrola tocava uma canção de Luiz Gonzaga que dava gosto de ouvir. E quem disse que a mulher aguentou a alegria? Aguentou nada pegou a criança no colo e saiu a baila pela casa, dançando protegida de todo mal. que se tivesse uma câmera de monitoramento ali, quem visse acharia que na terra só havia amor. Nessa toada a manhã se foi e a tarde também por volta das seis da noite o Pai chegou em casa, tinha passado o dai dirigindo de ônibus que fazia alinha do centro pra paia de cabo branco. Com cheiro de brisa domar, sorriu ao vê o desenho da criança e disse: Obrigado por tudo minha família! Agora vamos tomar sorvete. A lua e as estrelas enfeitavam o céu viver é fácil. Humberto Lima. 25/12/2016

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

+ um conto.

Conto: Natal feliz Para: Mayara, Ytilla, Clarinha e Rosy Os pedalinhos da lagoa ficavam lotados no natal, todos queriam se divertir no centro da cidade enquanto a sua volta o mundo se desesperava aumentando a pressa por nada. Da ruas das trincheiras pra lagoa, era perto bastava andar um bucadinho que lá estava. Naquela tarde de natal, Joaquim saiu com sua biclicleta Monark verde com sua namoradinha que morava perto numa casinha de fachada bonita que ficava próxima a academia de comércio, colégio antigo da capital. Iam sem medo o moleque pedalando e a moça sentada no bagageiro enlaçada em sua cintura cantando um samba bom do Rio de Janeiro que Jorge Bem Jor sempre cantar por ai. Com 750mil habitantes Jampa desfilava felicidade e cada gente daquele canto eram sua cria e ganhavam agrados tão bons, que os turistas sentiam na pele e sempre voltavam pra cidade em busca de alegria em suas férias. Joaquim e sua namoradinha Isabel uma pretinha lindados dentes bem branquinhos nem pensavam nisso. A bike deslizava sem pressa pela praça dos três poderes, depois quando chegou no ponto dos cem reis dobrou a esquerda e pegou a rua lateral que ficava paralela ao final do viaduto Damásio Franco. Passaram pela frente da igreja das Neves e no final da avenida era alagoa, cartão postal de toda Paraíba. - Que bom meu bem que agente chegou! Disse Isabel no ouvido de Joaquim. - Tu gosta de coisas simples minha prenda por isso quero tanto tu. Respondeu Joaquim voltando o rosto pra preta que corou na hora e tascou um beijo molhado na boca de seu cabra que quase perdia o controle da bicicleta e batia no ônibus que fazia alinha da praia de Cabo Branco intem o centro, mais a tempo acertou o equilíbrio e consegui chegar na lagoa. Isabel escolheu o pedalinho do pato branco, a fonte no meio da lagoa jorava agua sem para. Os dois de bobos pedalaram ate lá e de costas jogaram uma moeda juntos e fizeram um pedido em silencio depois se benzeram e foram assistir a missa no shalom. 35 anos depois contaram essa estória pra seus netinhos na ceia de natal. Humberto Filho 27/12/2016

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

+ um conto!

Conto: Festa de Nossa Senhora do Rosário Para: Manu shalom, Leiliane shalom, O sol brilhava feliz no céu saudando o inicio de novembro poucos dias antes outubro se ia deixando um pouquinho de saudade; principalmente no casal de namoradinhos que se formou naquele mês. “Que bom é o amor!” pensava e sorria Julia que naquele instante vinha do colégio. Era baixa branca cabelos soltos e pretos, olhos de jabuticaba não era gorda seu riso era sua marca registrada tinha por volta de 16 anos. Caminhava sozinha pela calçada da avenida, seus olhos observavam a cidade, os semáforos os transeuntes os automóveis e o concreto das construções, mais sua mente não estava ali divagava em recordações de Pedrinho, seu namorado um rapaz de altura mediana, branco um pouco forte de músculos mais nem tanto; seus olhos claros viviam a observa o mundo. Precisamente ela estava a pensar em sábado a noite e em tudo que aconteceu. Foi assim por volta das 6:34 da noite ele chegou na casa dela, vestido de calça e uma blusa do lual das tribos, para leva-la pra assistir a missa na igreja do rosário que festejava a novena da santa de lá. Julia quando Pedrinho chegou estava quase pronta restava passar blanche no rosto e batom vermelho claro nos lábios e colocar perfume no corpo; decidiu vestir naquela ocasião um vestido branco e sandálias dourados com os brincos da mesma cor. Estava linda quando montou na garupa da moto do rapaz. E assim os dois cruzaram a cidade, ate chegarem na igreja.na missa as pessoas abertas ao amor buscavam agrada a Deus que satisfeito cobria todos com paz e felicidade. Depois que o padre falou: “ Deus vos abençoe! Em nome do Pai1 Em nome do Filho ! em nome do Espirito Santo! Vão em paz e que O Senhor vos acompanhe Amém!” Pedrinho levou Julia pra da uma volta pelo parque, ela facilmente aceitou e assim juntos os dois chegaram lá. Julia pediu a Pedrinho uma maçã do amor ele disse que só daria depois de recebe um sorriso.. a garota pensou um pouco e logo em seguida riu tão doce que o ladrão que estava ali próximo e viu aquilo, desistiu de roubar no parque e voltou pra casa apressado pra retorna pra sua gente e amar sua esposa tal qual ela merece. Ao receber o riso de Julia, Pedrinho comprou a maça do amor pra ela e saíram a caminha pelo meio do parque curtindo a festa e escolhendo qual brinquedo iriam brincar. Ainda não tinham se tocado embora caminhassem lado a lado, ele era por demais tímido enquanto ela esperava uma atitude dele. -Vamos na roda-gigante Julia? Você vai gostar- disse Pedrinho de repente. - Por que não! respondeu e corou em seguida a garota. A roda-gigante estava lotada naquela noite, cheia de casais, amigos e crianças; era o brinquedo mais disputado do parque. Os dois estavam na cadeira 3 que por si so já era alta e que logo assim que o brinquedo começou a funcionar fez que Julia se chega-se para perto de seu Boy. Em busca de proteção e suspirou ao sentir os braços dele que a enlaçaram imediatamente. Quando a cadeira que os dois estavam girou e chegou no topo da roda-gigante. Pedrinho tomou coragem e falou: - Meu bem! gosto tanto de tu e sei que tu gostar de mim. aceitar namora comig...? Não teve tempo de completa a frase Julia o beijou e ele gostou quando terminaram o beijo permaneceram abraçados e sorrindo um pro outro ate que Julia falou: eu disse sim Pedrinho! agora se prepara pra te apresenta pra minha família! Namorado lindo! E sorriu tão deslumbrante feito o amor. Um dia depois domingo a tarde Pedrinho estava a almoçar na casa de Julia, mais não necessitava muitas apresentações o namoro dos dois era questão de tempo, pensava a família de ambos. Foi esse inicio de namoro que Julia recordava ao sair do colégio e volta pra casa naquele início de tarde de um día de sol suave.de um meio-dia resfriado por um vento bom de fim de ano. Humberto filho 03/11/2016

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

+ um Conto!

Conto: Domingo Feliz Para: Manu shalom, Jenifer shalom O sol esquentava a terra e secava as folhas das arvores e das plantas, o cêu claro estava cheio de nuvens brancas e vazias, novembro começava assim pras pessoas daquele sitio. Todo dia ao desperta, Seu Dijanilson ia para o terreiro de sua casa olhava pro céu e rezava uma ave-Maria agradecia Deus e pedia um pouco de chuva pra suas plantações de inhame, batata e feijão-verde e pra o rio fica cheio de novo pra poder tomar banho nele com suas gente. Era domingo aquela tarde o primeiro final de semana do mês. O vento que soprava por aquelas bandas era frio; alcançou até o sol que não tava esquentando tanto ;dir-se-ia ate que em pouco tempo a chuva iria molha aquela parte do mundo. Sentando numa cadeira de balanço debaixo de um coqueiro no quintal de sua casa, Seu Dijanilson repousava depois do almoço em família que foi arroz com carne-guisada e suco de cajá e sorvete de framboesa de sobremesa. O bom homem dormi a sono solto a cesta da tarde; naquele dia não tinha ido para o roçado ,nem pescar na barragem; ”DOMINGO É DIA SANTO! NÃO CARECE TRABALHAR! BOM DESCANSO” logo cedo aprendeu isso com seus Pais e sempre foi o que ele fez. -“Vovó acorda e e vem brinca com eu!” disse o Netinho de Seu Dijanilson, que despertou e olhou pro menino um pequerrucho de 4 anos pretinho igual a ele, cheio de vida que crescia sem pressa admirando as coisas que seus olhos viam. De repente a chuva caia mansinha trazida pelo vento vinda do litoral era fraquinha o sol nem precisou se esconde; foi um mimo de Deus para os habitantes daquele sitio. -Porque não?! Respondeu Seu Dijanilson pra seus Netinho enquanto se espreguiçava despertando. -Vovó1Vovó! Tu cantar uma ciranda! E eu brinco com meu trato e o caminhão EBA! EBA! falou e bateu palmas o menino. - “Hum! hum! tá bom! Nicodemos querido! Disse o velho. Assim começaram a brincar a criança enchia o caminhão com areia que recolhia do chão com a ajudar do trato. E com a boca imitando o som de um motor fazia o caminhão andar segurando e o empurrando com as mãos. O Avó olhava pra seu Neto e cantava:’ Essa ciranda quem me deu foi Lia, que mora na ilha de Itamaracá..!” Devagar ao sabor do vento ou da musica a chuva ia aumentando ate agua a terra com gosto. - Meus amores! A brincadeira acabou! entrem pra casa, pra não pegarem um resfriado1Gritou da porta da cozinha a Esposa de Seu Dijanilsosn. - Porque Não?! Respondeu o Netinho da mulher. - Você aprende rápido! Menino. falou SEU Dijanilsosn. Sua esposa sorriu com aquilo e em seguida todos se abrigaram dentro da casa para terminarem o domingo feliz. Humberto Filho 07/11/016

sábado, 12 de novembro de 2016

+ um conto!

Conto: Festa Santa Para: Leiliane shalom, Barbara shalom A adolescência girava fazendo a roda da ciranda gira. Dentro da roda uma menina dançava vestida num bumba-meu-boi de pano. Além da menina existia dois e um homem cabeludo que tocavam cada um uma zabumba, o homem cantava: “ESSA CIRANDA QUE ME DEU FOI LIA QUE MORAR NA ILHA DE ITAMARACÁ”. A noite do céu claro deixava a cena bonita, eu também estava ali a dançar ciranda com aquela gente, pouco antes tínhamos assistidos a celebração naquela igreja; era festa da padroeira de lá Nossa Senhora do Rosário era uma noite da novena da santa. O amor de Deus ainda flutuava em nossos pensamentos. Minha namoradinha não podia ficar depois da celebração morava longe por isso voltou com seus conhecidos. Ao se despedir de mim me beijou e eu a disse que amava; ela corou e se foi sorrindo depois se lembrou de algo e virou e gritou pra mim: “ Eu também! Meu bem!” Gostei muito daquilo e fiquei pensando como iria conta-la que no fim do ano iria para a Síria ou Iraque como médico voluntário da cruz-vermelha-internacional. Queria levar Eleonora comigo, mais ainda não éramos casados. Em meio a esses pensamentos a ciranda começou e eu fui tirar retrato pra mostra pra minha namoradinha. -“ José vem dançar também”. Falou minha amiga Simony. - “ Porque não?!" Respondi pra ela. E fui dançar com aquela gente e pensara na minha namoradinha. E assim a festa também começou pra mim. Humberto Filho 05/11/2016