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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

+ um conto

Conto:Melissa Para: Daniela Pimental e Andresa. O sol enfeitava o ceu logo cedo; e a moça donzela vendia frutas na feira, queria fazer jornalismo quando crescesse; mais enquanto isso não acontecia ia vendendo frutas na feira mesmo com seus pais; Seu Dijanilson e Dona Apolônia. Vendiam desde cedo morangos, ameixas, tâmaras, cerejas e cacau. Sempre tinha clientes, era fácil viver naquele tempo a moça donzela tinha treze anos, gostava de assistir televisão de vé as reportes dando as noticias. “ Quero ser isso” pensava a menina e pra conseguir tal feito começou a estudar com mais afinco; a beleza não lhe saia do corpo, por que ela era bela por natureza, usava apenas vestidos e sandálias que a deixava mais bela, tinha os olhos de horizonte de mar, os loiros dos seus cabelos pareciam coisas boa, sua epiderme branca deixava os olhos de quem a visse feliz! O mundo naquela época vivia alegria a Copa do mundo de futebol de 2002, o povo entusiasmados com as vitórias da seleção. Pareciam que viviam de amor tudo era festa ate para os mais velhos, as crianças com suas peraltices brincavam no meio da feira enquanto os pais vendiam seus produtos alimentícios e outras coisas que se vendem na feira. Melissa alheia a tudo isso sorria enquanto vendia cerejas para uma freira negra.na sua mente pensava em ser repórter queria roda o mundo mostrando as noticias pra os brasileiros, percorre a CHINA, os EUA, RUSSIA. E mostra tudo seria seu maior desafio. A bela moça na ânsia de chegar a tal profissão sufocou a imaginação da sua adolescência. E ve o mundo com as retinas de adulto influenciada que estar pelos livros de estudos que ler. Mais os fatos bons trazem a infância e a inocência de volta e como os tempos estavam bons pra essas coisas naquela época que a candura logo se mostrou naquela menina linda que assim que vendeu as frutas começou a cantar uma canção macia alegre de se ouvir, bom de vê quem cantar pois a donzela ficar ainda mais bonita quando estar a canta. O povo da feira gostava de vê-la canta. Parecia um pássaro; linda toda ela sorria e olhava pra o escritor bobo que tomava um copo de café num restaurante da feira. Ele sorriu de volta e pela primeira vez na vida a bela menina pensou em amor. E toda semana sempre pelo domingo de manha a moça cantava enquanto vendia frutas com seus pais; para o escritor que tomava um copo de café no restaurante que ficar de frente a barraca onde ela ficar. Assim passaram os anos ela cresceu fez jornalismo, aparecia na TV dando noticias todos os dias.Se lembrava sempre da infância de quando vendia frutas na feira, do louco sonho de ser correspondente internacional de uma emissora de tv e trabalhar na CHINA, EUA e RUSSIA. Isso foi a muito tempo, pensava a agora repórter, sorria com saudade e de boba cantou uma canção bonita enquanto o escritor bobo entrava no quarto com uma bandeja de café da manha e colocou na cabeceira da cama depois foi beija sua esposa e disse: “ você esta linda esta manhã!” Melissa corou sorriu e respondeu docilmente: “OBRIGADA! Mauricio “. Tomaram café da manha juntos depois foram se amar enquanto a chuva caia na terra e no espaço sideral uma sonda espacial tirava fotos de Jupiter. Humberto Filho 01/08/2016

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Cronica da cidade

Crônica da cidade Para: Gaby Domingo a noite subir o morro pra assistir a missa em uma igreja que ficava no centro do morro levava uma mocinha ao meu lado. Seus olhos se deslumbravam com o mundo com as coisas do século XXI. Disse pra ela: ’O mundo é grande” Sorrindo ela me respondeu: “ Sei disso, o que eu queria mesmo era ta na olimpíadas do Rio.” - “ Na próxima você vai, quero vê você lutando boxe no Japão. “ Falei pra ela. Ao chegamos na igreja deixei a moça sentada em um banco e fui pra o fundo da igreja assistir a missa em pé na porta ;junto com uma galera, gosto da visão panorâmica da igreja por isso fico lá atrás. As pessoas eram boas e belas por natureza um pequerrucho de pouco mais de 2 brincava de viver enquanto me fazia rir de uma forma simples que me fez sentir Deus. Os humanos daquelas bandas conservavam amabilidade em seus corpos, sorrisos e boa noite! Eram dados muitas vezes entre eles. Feliz com a cena O Senhor se manifestou num vento masinho que soprou naquele instante. Ate agarota bonita que no final da celebração entrou apressada na igreja e chorando foi se consolada sentada no colo de sua mãe, sentiu felicidade. Me lembrei de Maria, a santa que cuidou de Jesus, simples como musica boa Deus se mostrou feito carinho suave da Mãe que afagava os cabelos da filha. No final da missa, coloquei minha toca na cabeça e fui conversa com a galera. Antes de ir pra casa G falou comigo. Fiquei com vontade de chama-la pra ir assistir a missa comigo qualquer domingo no shalom. Humberto Filho 11/09/2016

quinta-feira, 30 de junho de 2016

+ um conto

Conto: Suave vida. para: Larissa - "Bem me quer! mau me quer! dizia Gaby linda enquanto arrancava uma por uma as petalas de uma rosa. estava sentando num mirante alto que ficava numa montanha nos arredores da cidade. Costumava passa boa parte do dia neste local.foi la que deu seu primeiro beijo que leu seu primeiro livro. embaixo na cidade todos estavam apressados alguns trabalhavam e outros tantos não fazia nenhuma das duas coisas mais também estavam apressados. Gaby linda indiferente a tudo isso vivia sem pressa respirava com alegria o ar do vento. Tinha 16 anos e olhos que brilhavam felicidade encantava o mundo com seu jeito sorridente de falar parecia que cantava quando conversava. Nesse instantes que vos digo aqui; era manha bonita de domingo Gaby linda tinha despertado um pouco depois da alvorada, ciente de sua beleza evitava excessos e por mais que se conte-se sua boniteza se sobrepunha, mais isso não vem ao caso! "O que é bom sempre traz felicidade!" me disse Gaby linda uma vez que alisei seus cabelos e brincava com seu riso. que ela me dava toda vez que provava que junto dela eu era um total abestalhado. kkk Gaby linda escrevia pra ela no whatsapp a moça respondia: escritor bobo! se as fibras ophiticas pudessem pensam,pensariam:"Quer romance mais romântico, se Deus quiser vai dar em amizade." Humberto Filho 26/05/2016

segunda-feira, 20 de junho de 2016

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Buceta + um conto!

Conto: Cabare Estrela Azul Para: R O letreiro iluminado no alto da porta tinha escrito em letras de forma: “EsTRELA AZUL”. Em baxio do nome tinham desenhado uma estrela azul ; tão bem desenhada que parecia que era de verdade. A proprietária se chamava Alessandra abrira aquele estabelecimento para sobreviver a crise. Antes tinha uma escola de baillet e um salão onde o povo de Cabedelo ia dançar, e se entrega a alegria. Mais o tempo passou e levou junto com ele, a escola de baillet e o salão de dançar. Os homens diziam que baillet era coisa de viado e as mulheres preferiam dança funk. O salão acabou-se pois surgiu outro maior e mais empolgante e o povo foi pra lá. Alessandra ficou triste e vendeu a escola de baillet e o salão de dança e junto com 3 alunas suas que queriam ser atrizes; foi abrir o cabaré na capital. Comprou um casarão grande no centro, num lugar discreto;na noite de inauguração , so vendeu champager e cerveja ,, não ia vender cana porque so atrai gente com pouco dinheiro. As garotas eram lindas uma mais bela que a outra , conservavam um resto de pureza nos seus corpos de 18,20,22 e 21 anos, eram sete três de Cabedelo e 4 da capital. Alessandra tratava delas com o maior carinho, e quem quiser-se amar uma daquelas garotas teriam que desembolsa cem reais. E cada uma so amava uma pessoa por noite. “ regras são regras” dizia sempre Alessandra quando algum descontente reclama. Depois de três anos de estabelecimento estabelecido, Sebastian chegou lá junto com seus sonhos e suas aulas de teatro que nunca tinham alunas nem alunos. Era noite elegante de outono a lua cheia enfeitava o céu com jupiter do lado, quem não sabia confundia o planeta com uma estrela tal qual a boniteza. Sebastian entrou no casarão que ficava perto do prédio do 18 andar e pediu uma champanhe, Severino o garçom logo trouxe a guarrafa que veio dentro de um balde de alumínio cheio de gelo e na frente do professor de teatro abriu a champanhe com uma espada holandesa, Sebastian riu daquele delírio da “ ESTREL AZUL” enquanto o garçom enchia seu cálice com bebida. Numa mesa próxima um advogado discutia com um empresário a cerca da aproximação que Cuba tava tendo com os EUA novamente. “ Isso é mesmo uma esculhambração! Quem já viu, comunistas e capitalitas andando juntos?” disse o empresário. “ É o fim dos tempos” limitou-se a dizer o advogado, que estava mais interessado numa mulher branca bela que sentada no seu colo o chamava a todo instante pra passar aquela noite junto dela. “ Vamos meu negro lindo! Hoje eu quero ser tua” sussurrava Alice no ouvido do homem. Sebastian bebia devagar seu champanhe, sem pensar em nada, estava era mais admirando as pernas de Leonor que sentada num banco em gente ao balcão do bar deixava que seu vestido curto violeta mostra-se suas pernas brancas e belas. Tanto olhou pra mulher que ela notou e veio se sentar numa cadeira na mesa dele, pediu um cálice de champanhe que recebeu na hora, e num sorriso sedutor disse pra ele: “Você se amarou nas minhas pernas não foi cabra, vamos pra meu quarto fazer amor? 100 reais e faço de você o homem mais feliz do mundo!” Depois desse convite a bebida secou rápido e Alessandra guardou satisfeita os quinze reais da bebida que Severino recebeu do professor de teatro. Por volta das12:15 da madrugada foram para o quarto de Leonor. O quarto era pequeno uma cama, uma escrivaninha com um espelho em cima e nas paredes vários retratos de atrizes de sucesso da Europa, do brasil e da PB>”mulher boba aquela ”pensava o anjo da guarda dela naquele momento. Sebastian pediu pra ela ficar nua e a sua calcinha amarela e junto com ela dobrou os 100 reias e mandou a mulher abrir a janela e ficar lá encostada olhando a cidade enquanto ele fumava um cigarro de cânhamo e ela olhava a capital. A fumaça da erva pouco a pouco ganhava o quarto e lentamente Sebastian olhava pro seios de Leonor, sua bunda branca mais aprecia uma festa e seu sexo eram onde seus olhos terminavam de olhar. A vontade do amor invadiu logo aquele ambiente que fez Leonor dize assim: “ Cabra safado! Me amar logo que tua carência é de amor” Se amaram então durante quatro verões seguidos, depois Sebastian foi ser diretor de teatro em Nova Jerusalém de Pernambuco durante a semana santa e Leonor virou atriz de novela no RJ. O cabaré ‘ESTRELA AZUL” continuo alegrando e amando as noites da capital da PB. Alessandra como sempre só fazia sorrir até o mundo acabar e nascer de novo. Humberto Filho 26/03/2016 /Outono