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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Junho tem conto

Conto: Armazém Para: Bia, Glaucinha , Lais , Eduarda Brasil Foi lhe dito que seria difícil, as pessoas daquele lugar não estavam acostumadas com o novo, mas a necessidade fez com que o armazém se estabelece-se ali. Pouco a pouco as pessoas vinham consumir os produtos que Seu Augusto vendia junto com Dona Flávia sua Esposa uma morena grandona e bonita que dava gosto de vé. Primeiro vieram as crianças comprar pipocas ,bombons e essas coisas que agente pequena gostar ;depois vieram os homens tomar pinga e comer peixe assado ,galinha, carne e caldo do que tivesse. As mulheres demoraram um pouco mais pra chegar, de inicio não foram com a cara de Dona Flávia, que do alto dos seus 35 anos desfilava graça pelo armazém usando vestidos estampados. Mas conforme os produtos foram faltando em suas casas, foram chegando. Primeiro veio uma comprar açúcar depois outra atrás de café ;com pouco tempo todas já frequentavam o armazém. Zeza Esposa de Seu Claudio foi a primeira a fazer a feira do mês ali; e foi também a primeira a puxar prosa com Dona Flávia. Falaram sobre musica ,felicidade e amor. Zeza falou que amava as musica de Alcione. - Oxé ! Porque tu não falou logo mulher!-disse Dona Flávia- ano passado no dia do meu aniversario , meu Esposo me deu o disco dela, pera ai que vou buscar pra gente ouvir no gramofone. Falou e entrou na casa que ficava pegada ao armazém e voltou com um disco na mão e foi ate o gramofone que ficava num canto do balcão colocar o disco que começou a tocar na hora espalhando pelo ambiente a voz rouca daquela cantora Maranhense. A musica foi ganhando a manha e aproximando as pessoas, logo as duas mulheres estavam tagarelando sem para como se já se conhecessem a um moi de anos. - Alcione pense! num nome bonito, Dona Flavia ,o próximo filho que eu tiver se for menina, vou colocar esse nome. Disse zeza. A esposa do dono do armazém ouvia a outra em silêncio ,depois deu um sussurro e foi ate a porta e ficou olhando pras montanhas. - O que foi Dona Flavia? Falei algo que a Senhora não gostou ? perguntou Zeza. -Não minha amiga! E que Augusto e doido pra ter um filho; e eu já perdi dois bebes. Falou Dona Flávia enquanto limpava uma lagrima que começou a cair de seu olho. - Não fique triste! Senhora, tudo tem seu tempo, em pouco tempo vocês terão uma criança pra brincar pelo sitio. Falou Zeza. - Se Deus quiser ,minha amiga. Se Deus quiser .respondeu Dona Flávia que recebia o dinheiro que a outra lhe pagava pela feira. De fato em pouco tempo a mulher engravidou e era bonito de vé alegria daquele casal que não paravam de fazer planos de como iriam cuidar daquela criança. Quando completou nove meses Dona Flávia foi para o hospital da a luz; numa manhã de domingo; mas morreu no parto, deixando Seu Augusto com a honra de cria a menina linda que nasceu do ventre da morena grandona que tanto amor tinha pra dá. Humberto Filho 03/05/2018

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Maio tem conto!

Conto: Moça da Pedra da Boca Para: Luaa (Juliana) , Camile, Dorinha. As pessoas chegavam aos montes entupindo os carros automóveis e motocicletas. Num desses automóveis .Camile também veio acompanhada de sua familia. O santuário de Nossa Senhora de Fatima no alto do monte ao lado da pedra da boca convidava agente a se lançar no amor ao criador da criação. Pra chegar ate la a multidão precisava andar um pouco; e foi nesse trajeto que o jovem sonhador conheceu Camile. O encrostou se deu graças a um sinal de consagração a nossa senhora que o rapaz usava no pescoço. Quem falou primeiro foi Camile.”Ei um consagrado” Disse ao passar por ele ,depois se foi deixando-o pelo caminho. No fim da missa se encontraram de novo e dessa vez foi o rapaz que falou primeiro: “você é consagrada?” -Sou sim! Me consagrei este ano em janeiro respondeu a moça. -Que bom! Disse o rapaz e ficaram conversando em baixo do sol quente sem se da conta; pois o vento soprava macio. A moça ganhou do rapaz um terço que no mesmo instante enrolou na mão enquanto dizia” Deus te abençoe” para o jovem rapaz que falou “Amém” na hora. Em agradecimento Camile ofereceu a Louis Sorvete que ele aceitou e foram então os dois tomar sorvete sentados na pedra de baixo da arvore felizes como duas crianças ou criação de bodes novos. - Quero me casar aqui. Neste santuraio! falou Camile de repente. - Eu também! Respondeu Louis enquanto beijava a moça selando o compromisso. Humberto Filho 15/05/2018

sábado, 5 de maio de 2018

Conto de Maio

Conto: Aventura Emocionante. Para: Dorinha, Jeovana, Jaqueline, Mainha A tarde brilhava fria naquela 1 hora o vento soprava de mansinho anunciando chuva. Pedro pensava isso enquanto galopava pela rodagem em seu cavalo na garupa estava Sabrina sua filha que ia pra escola que ficava meia légua de distancia da casa deles. -Painho! Tu ensina eu a andar de cavalo? Perguntou a menina. - Quando você tiver maior, Sabrina. Respondeu o homem. -Oxé! Painho eu já sou grande, sei ate escovas os dentes sozinha. falou a menina amuada. Pedro sorriu e disse: Escova os dentes não é perigoso mas andar de cavalo é; quando você crescer mais um pouquinho eu te ensino minha Filhinha! - Tá bom Painho! Sabrina falou era uma menina obediente. O vento deixou de sopra mansinho e começou a venta com força balançando o capim e as arvores que tinha pelas margens da estrada. - Vai chuve filha! Segura ai que vou bota o cavalo pra correr pra gente chegar na escola sem se molhar. Disse o Pai. - Tá certo painho! Falou a menina e sorriu enquanto abraçava o Pai, gostava de Aventura. Então la se foi pela estrada o cavalo correndo levando aqueles dois, no céu a chuva começava a cair se aproximando deles, o cavalo aumentou a velocidade tremendo não conseguir chegar na escola a tempo, mas graças a Deus conseguiram chegar no colégio um pouco antes da chuva. - Eba! Eba! Eba! Agente ganhou! Dizia Sabrina toda contente pra seu Pai. - Que bom! Filhinha, mas você tem que agradece a foguete; se não fosse ele, agente tava tudinho molhado! Falou Pedro. -Obrigada foguete! Disse a menina enquanto alisava o pelo do cavalo, que relinchou de felicidade. Na sala de aula Sabrina contou pra sua Professora e seus coleguinhas a Aventura emocionante que teve naquele dia, no fim da tarde de cinco horas seu Pai veio de cavalo busca-la e leva-la pra casa sem precisarem correr da chuva. Humberto Lima 20/04/2018

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Conto de Abril Brasil

Conto: Sorriso de paz! Para: Glaucinha , Lais , Eduarda Brasil “Hoje será a grande apoteose da minha vida” pensava o velho que se arrumava cantando uma canção de Amado Batista numa tarde bonita de domingo. Vestiu seu melhor paletó colocou um perfume cheiroso e sorriu o bem da vida. Depois se encostou na janela e ficou olhando a montanha e se alembrou do dia que conheceu sua velha, num domingo de novembro do ano de 70;aapria estava suave e depois de muita insistência a garota sorriu suave e deixou-se se beijada. Dias depois começaram a a namora e na páscoa de 71 se cassaram na igreja da Candelária. -Eita! Que beleza, como a vida é boa? Falou o velho em voz alta pra ninguém em seguida sorriu fechou a janela do quarto e foi para a sala espera junto com sua esposa o restante da família. Aos poucos eles foram chegando primeiro chegou seu Neto maconheiro Luiz com sua namorada Clara, depois suas duas filhas uma solteira e outra casada que trouxe seu Marido por fim chegou seu filho caçula e seminarista. Ao vê a família reunida o Velho abraçou sua Velha e esta o beijou nos lábios e disse: Que bom! Que estamos todos aqui. meu amor! Como resposta o velho sorriu e emocionado cansou e precisou de um pouco de oxigênio da maquina. Ficou um tempo assim sentado na poltrona recuperando oxigênio pela maquina. Quando se sentiu bem se levantou e disse assim: Vamos minha gente linda! Não podemos chegar atrasados. Amo Vocês! Obrigado por atenderem a meu pedido! -Que isso Pai! Disse a filha casada. – Que isso Pai! disse a filha solteira. -que isso dijanilson disse o genro. -que isso vó ! disse o neto .-Que isso vó- adotivo! Disse Clara. falaram todos ao mesmo tempo. -Agora vamos logo! Não quero sentar muito la atrás .falou Dona Sonia enquanto deixava a luz da sala e do terraço acessas para não estar escuro em casa quando chegassem. No carro da frente ia o velho a velha, o seminarista ,o neto que ia dirigindo e sua namoradinha. Clara. No carro da frente iam as duas irmãs e o marido de uma delas numa atmosfera serena e cheia de racionalidade eram adultos num mundo de gente grande. Saíram do bairro das laranjeiras e quando passarem na praia de Copacabana o velho falou: saber Luis acho que dessa vez não escapo! Cada vez que faço hemodiálise me canso mais. Por isso chamei vocês pra assistir a última missa da minha vida comigo, na igreja da Candelária que foi onde começou a historia feliz da nossa família !-pra finaliza perguntou: Não foi mulher!? -Claro que sim meu bem! Falou Dona Sónia entre lagrimas de felicidade - deixa de besteira Vó! Clara me falou que o Senhor estava um pão! Disse o Neto maconheiro . Kkkk a moça sorriu envergonhada e ate o seminarista aproveitou o instante pra dizer: Pai! Tu é um touro, tenho certeza que o senhor e Mainha vão assistir minha 1 missa! Te amo! Painho! Em meio a esses papos chegaram na igreja. No céu o sol mansamente ia se transformando em crepúsculo enquanto o Deus Santo revestido de misericórdia e compaixão derramava seu amor por sobre aquela gente que em pleno domingo de futebol no maracanã e de banho de praia iam simplesmente assistir a missa numa igreja antiga no centro da cidade. Depois da missa no final daquela noite dormindo na cama com a janela aberta, seu Dijanilson morreu com um sorriso de paz no rosto. Humberto Lima 20/03/2018

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Conto de abril

Conto: Moça Menina Para: Jeovana , Jaqueline Olhava pra o girassol e sorria um riso doce de menina recém apaixonada. Da janela do 3 andar do prédio ela via perfeitamente o jardim onde ficava o girassol , As flores , plantas e a arvore eram um contraste naquele lugar repleto de carros ,motos, ônibus, poluição e concreto. 250 metros de natureza e felicidade, os pais ou as empregadas traziam as crianças para brincarem ali. No galho da jaqueira os pássaros cantavam uma melodia bonita. Clarinha observava tudo isso da janela do 3 andar enquanto colocava seus dedos nos lábios e recordava do beijo que deu em Luiz o negro enfermeiro de olhos azuis que trabalhava com ela no hospital sírio libanês. Era a primeira vez que a menina se apaixonava; medicina e uma coisa que exige atenção total e assim Clarinha so teve tempo pra estudar na faculdade da USP e mesmo antes quando ainda morava em Jundiaí so se entretinha com as lições do colégio. E quando se tornou medica obstetra a jovem médica de 25 anos continuou sem pensar no amor até que conheceu Luiz e seus olhos brilharam ,Luiz ao vê aqueles olhos também a amou. Os pensamentos da virgem foram interrompidos pelo interfone era sua secretaria que dizia: Doutora Clara a primeira mãe chegou pra fazer o pré-natal, posso manda-la entrar? -Sim! Janilda respondeu Clarinha. E assim começou mais um dia de trabalho de uma moça apaixonada. Humberto Lima 09/03/2018

sexta-feira, 23 de março de 2018

Conto de sexta

Conto: Isabel. Para:Lais Isabel tinha 18 anos há dois meses trabalhava entregando panfletos de uma faculdade particular em frente a Central do Brasil. Gostava do serviço bastava ter um sorriso no rosto enquanto distribuía panfletos a quem passava. as vezes alguns caras e até umas mulheres a chamavam de ’Gostosa”. Isabel não gostava ficava triste, mas Jeronimo que vendia agua de coco ali próximo sempre a defendia dizendo para o engraçadinho ou engraçadinha ’respeita a moça ”em seguida mostrava a peixeira que carregava na cintura resolvendo a situação. -Obrigada meu anjo! Era o que Isabel respondia toda vez para o vendedor de coco e a bicha sorria pra moça e pra vida e voltava a trabalhar feliz. Por volta do meio-dia Isabel ia almoçar, gostava de come no Saara no self-service dos Chineses, a comida lá era boa e barata 10 reais com direito a um copo de suco e três porções de carne que podia ser peixe, frango, boi ou lasanha. Pra dizer a verdade a moça estava apaixonada por um jovem universitário do Leblon que trabalhava ali como garçom. O cara embora gostasse de Isabel era tímido; a moça nem tanto e por ser assim falou naquele meio-dia de verão pra seu crush enquanto ele lhe servia um copo de suco. -Menino! Amanha de noite vai ter samba nos largos da lapa ,aparece lá vou ta te esperando. - Porque não!? Eu vou moça! Disse o jovem meio entre sussurros para seus chefes cineses não notarem. Humberto de Maria 22/03/2018

quarta-feira, 14 de março de 2018