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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Hoje tem fabula

Fabula: Floresta Para: Andreza, Maria Luiza (morena do recife), Demy Lovato Os leões pastavam pela floresta eram em numero de cinco aquela família a leoa o leão e 3 filhotes que se divertiam e descobriam a existência, corriam sem parar pulando e brincando de briga. O leão sentando passava a língua no pelo da leoa, que enquanto sorria seu sorriso animal pensava em como eram felizes longe dos humanos que os capturavam e os levavam pra longe bem longe, foi assim que fizeram com um leão esposo de uma conhecida sua, que hoje vive sozinha criando e dando de comida pra dois filhotes, que tristeza ! disse a leoa num muxoxo sem graça. Mas o leão não ouviu pois nesse momento se levantou apressado com os pelos enrijecidos em sinal de ataque ele mal se despediu de sua fêmea e partiu em busca da caça; a refeição daquele dia praquela família. A hiena estava a 575 metros do seu predador tomando agua no rio da floresta por isso não o noutro. Silenciosamente o leão foi de passada em passada ate o bicho( quer era uma fêmea que carregava no ventre um nenê animal)de mansinho chegou agachado bem junto da hiena e se lançou no pescoço da criatura perfurando sua carne com suas mandíbulas afiadas no mesmo instante o sangue jorrou manchando a juba do rei da selva. Era em vão os esforços da hiena que se debatia tentando sobreviver a todo custo, durou algum tempo esse esforço cerca de 5 minutos e 45 segundos depois o quadrupede jazia imóvel no chão. Percebendo que a comida não se movimentava mais ,o leão deixou de morder o pescoço do bicho e deu um grito de vitória, chegando a espanta um passarinho indecente que no alto de uma arvore observava aquela cena com olhar de assombro e admiração. Depois do grito o leão voltou para onde estava sua família e os chamou-os pra se alimentar. Humberto Filho de Bernadete. 27/07/2018

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Agosto te conto

Conto: Colégio MHS parte 1 Para: Lais, Menina do shalom , kim kadashy, deputado zé Paulo. A merenda naquele dia seria diferente ; os adolescentes e a criançada, estavam contentes quando o sinal tocou anunciando o intervalo foram apressados pra cantina lancha as crianças das turmas do 6 ano correram em disparada parecendo estouro de boiada. Em uma das salas daquela escola, o professor de Artes sorria enquanto abria a porta para seus alunos passarem apressados. Cachorro-quente com suco de maracujá ou limão seria o manja daquela manhã. Os humanos daquele canto eram felizes e não sabiam ; quisera eu puder falar isso pra eles, mas a mim so caber escrever o que acontece pela cidade. Na sala dos professores, os docentes assinavam o ponto, enquanto comiam conversando sobre legalização da maconha, mas logo esqueciam esses pensamento sérios pois o professor João de ciências, contava uma piada engraçada e todos caiam na gargalhada assustando a tristeza que ia pra longe do colégio. O professor de artes comia o cachorro-quente, com um pouco de receio, era mestre em se mela todo quando comia aquela comida. Por isso comeu rápido e foi da sua volta habitual pelo pátio da escola gostava de observa aqueles humanos que cresciam com respeito e admiração igual aos biólogos observam a os animais e plantas da floresta. O sinal que era uma sirene tocou novamente dizendo que o intervalo acabou e iria começa a 4 aula, mas o professor de artes permaneceu na sala dos professores pois a 4 aula seria livre para ele, so iria da a 5 aula no 7b. Com seis minutos e quarenta e cinco segundos o incidente aconteceu; a professora chegou afobada na sala dos Professores dizendo (alto): ‘ Esses alunos, são fogo, colocaram uma lagartixa morta, no meu estojo de lápis. tou nervosa! -Relaxe professora- Disse o professor de Artes que era o único que se encontrava ali- essas crianças são bestas mesmo, sempre precisam de alguém pra cuidar delas, faça isso que vão gostar de você. - É mesmo professor. obrigada! Falou a professora ( que era uma morena linda)e sorriu depois voltou pra sala de aula deixando o professor de artes com uma vontade imensa de ter uma namorada. Humberto Filho 07/06/2018

segunda-feira, 30 de julho de 2018

olha o conto

Conto: Acampamento Para: Andreza, Morena do Recife, M.L. Ex. Presidente Lula. Era hora da siesta a jovem grávida tentava controla o sono (que depois do almoço sempre é forte)enquanto adorava a Jesus hóstia santa na capela; junto com ela tinha outros jovens e alguns adolescentes que se consumiam feito fogueira de São João, se entregando de uma só vez aos encantos do senhor. Fora da capela e pelo resto da fazenda os jovens exalavam vida enquanto se divertiam disputando uma gincana em que as equipes eram chamadas de famílias. Mas voltemos até a capela que foi onde a alegria explodiu e alcançou tudo e todos enchendo o acampamento da doce paz do bondoso Jesus. Na capela a jovem grávida ainda lutava contra o sono ao mesmo tempo que na sua mão estava o terço que marcava a oração que dizia em sua mente; mas estava difícil pra grávida da paraíba no segundo mistério já estava confundido Pai Nosso com Santa Maria e quando já não aguentou e dormiu defronte o santíssimo foi despertada pela vida que chutava dentro dela como a dizer: ”Mãe acorda, não vai da mancada diante de Nosso Deus! No mesmo instante a jovem grávida passou a mão na sua barriga enquanto falava: O Bebê! chutou LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!.” E todos sorriram sentido a grande paz que envolvia a Paraíba. Humberto Filho 26/07/2018

sábado, 21 de julho de 2018

tem conto

Conto: Lual da Ciranda Para: Wanessa, Juliana , Andreza, ministério de música shalom S.R. Girava e girava enquanto as pessoas cantavam a musica, a ciranda tava boa, os músicos tavam animados, a lua cheia clareava a praia a fogueira também ajudava. Fazia três semanas que Natanael estava em Lucena e seria a primeira vez que ele ia pra o lual da ciranda festa tradicional daquele lugar. Tinha todo tipo de gente ali pescador e ,dona de casa, trabalhador braçal e trabalhador especializado, crente fugido da igreja, criança rapaz, garotas e Ritinha. Naquela noite de sábado Natanael estava de folga, não ia da plantão no hospital. A semana inteira os pacientes o chamarão pra da uma olhada no lual da ciranda. “ Se puder eu irei” respondia o médico pra todos que o chamavam pra festa, ainda não estava decidido preferia ficar em casa fumando cânhamo tomando cappuccino e ouvindo música ,mas decidiu ir. Cuidadosamente se arrumou ao som de musicas de Marcelo D2 ,vestiu uma bermuda uma camiseta, sandálias havaianas nos pés, barba de um mês e 500 contos no bolso, perfume cheiroso pelo corpo; assim estava ele naquela noite. Chegou na praia silenciosamente; mas assim que o viram o puxaram pra dançar e lá se foi o jovem homem a fazer parte da ciranda e com aquela gente gira e gira acompanhados pela musica que cantava: ‘ESSA CIRANDA QUEM ME DEU FOI LIA QUE MORA NA ILHA DE ITAMARACA”.... Depois de quinze minutos dançando cansou e foi descansar sentado na areia de frente pra o mar, Ritinha o acompanhou, não gostava muito de conversar com rapazes os achavam um bando de safados, mas no doutor confiava, tinha ate pena dele, cuidava da saúde de todos da cidade mas não tinha ninguém pra cuidar dele. A moça pensou isso rápido enquanto dizia olhando pra o moço : “tu parecia um poste dançando Natanael, se vai mora com agente tem que aprender a dançar”. depois sorriu balançando os cabelos. -não dancei direito, porque ficava olhando pra você! respondeu o jovem médico. - ‘papa figo. Engana menino! Natanael, tu formado na cidade grande acostumado a vê as meninas da cidade grande, vai presta atenção n’eu uma matuta da praia de Lucena. falou Ritinha e fechou a cara amuada. - Me desculpa!? Mas fazer o que? se foi em você que achei meu bem querer, Ritinha! Disse o moço. A mocinha corou em seguida beijou o rosto do médico e falou: Não brincar comigo Natanael, que sou moça direita, agora xau, vou embora porque amanha de manhã acordo cedo pra assistir a missa na igreja de Nossa Senhora da Guia,te espero lá. Depois se levantou e se foi cheia de alegria, deixando Natanael com um sorriso de amor no rosto. Humberto de Maria 01/05/2018

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Conto Julho

Conto: Banda de Rock Para: Ana Pelas ruas da cidade só o silêncio e o escuro da noite. A fumaça da maconha saia suavemente da janela do carro onde trafegava por aquelas ruas do centro, seria o único contraste da calmaria da noite se não fosse os gemidos da mocinha que fodia com o vigia do prédio da policia federal que ficava na praça Rio branco. Mas o silêncio da noite era maior; só perdia por frio que envolvia tudo, convidando a um calor humano que só existia no sexo da mocinha com o vigia no prédio da policia federal. Seria mas uma vez depois de alguns anos que o escritor iria viver uma noite na capital do seu estado, ia acanhando como passarinho desperto depois que o sol se poê. Com os olhos embasados viu quem era os frequentadores do bar que era também o estúdio onde a banda iria ensaia um rock suave pra lombra geral, todo mundo que ser resumia no escritor e no outro cara que chegou depois pra escutar o som daqueles jovens felizes e puros da Paraiba que viviam libertos da maldade da raça humana. Feito fotografo de retratos raros em silencio a cantora da banda que cantava feito uma santa ou uma sereia que convidava os homens ou mulher a se jogar no mar ou no rio Sanhahua; nem um nem outro o bobo escritor preferia ficar vendo a garota cantar com uma vontade grande de dizer.” Menina deixar eu te beijar. Assim a noite se foi e o ensaio acabou e todos voltaram felizes pra suas casas; também pudera Deus amava aquela banda de Rock. Humberto Filho 23/06/2016

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Conto de Junho

Conto: Bom Dia! Para: Padre Marcelo,Carol , Apresentador Erly Fernandes ,Andreza. Bom dia! Sorria! O Padre dizia isso de 5:57 da manhã, pela radio Globo, Perola sorria ao ouvir isso, estava escutando pelo fones de ouvido do celular, enquanto caminhava para a parada de ônibus pra ir pra escola, morava no cristo mas gostava de estudar no Centro ;pois podia passear com sua turma pela praça da independência, bica, shopping tambia, lagoa e altos picos de Jampa. De 6:00 horas chegou no ponto e de 6:01 o ônibus chegou; hoje ia chegar cedo na escola ia da pra passar mas tempo com Pedro antes da aula começar e ele ir andar de skate na pista da lagoa. O sol brilhava bonito no céu a moça olhava admirada e pela janela do ônibus na sua mente pensava na aula de Artes que teria seria a 4 depois do intervalo e ela iria esperar o professor na porta da sala dos professores pra vim conversando com ele ate a sala de aula, ele era gatinho so era um pouquinho velho 27 anos ( Perola tinha 16 ) mas tudo bem! Pensava ela. As 6:53 chegou na escola, Pedro já tava la esperando-a chegar. - Que bom que você ta aqui meu amigo! Falou Perola enquanto abraçava o menino. Pedro sorria gostava daquele abraço; daquela menina -Perola vamos quarta de noite pra o jogo do Botafogo no Almeidão!? O garoto perguntou a garota. -se eu for te digo Perola respondeu em seguida beijou o rosto do amigo e entrou pra escola. As três primeiras aulas passaram lentas, 2 de química e uma de física que tedio passou a menina; no intervalo a merenda foi sopa de carne com café ou suco, Perola comeu dois pratos de comida tinha que se alimentar bem pra ser gostosa. Ruuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmm!!! A sirene soou anunciando o fim do intervalo, ato continuo a garota saiu correndo da cantina para porta da sala dos professores. Quando Osvaldo abriu a porta da sala, Perola pulou em seus braços abraçando-o e beijou seu rosto e falou: - Que bom que você veio! O professor sorriu se afastando gentilmente da garota e disse:-“Vamos pra sala menina morena!” e saiu andando, Perola o acompanhou chateada dizendo pra si mesma “Que Professor bobo!” Humberto Lima 18/04/2018

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Junho tem conto

Conto: Armazém Para: Bia, Glaucinha , Lais , Eduarda Brasil Foi lhe dito que seria difícil, as pessoas daquele lugar não estavam acostumadas com o novo, mas a necessidade fez com que o armazém se estabelece-se ali. Pouco a pouco as pessoas vinham consumir os produtos que Seu Augusto vendia junto com Dona Flávia sua Esposa uma morena grandona e bonita que dava gosto de vé. Primeiro vieram as crianças comprar pipocas ,bombons e essas coisas que agente pequena gostar ;depois vieram os homens tomar pinga e comer peixe assado ,galinha, carne e caldo do que tivesse. As mulheres demoraram um pouco mais pra chegar, de inicio não foram com a cara de Dona Flávia, que do alto dos seus 35 anos desfilava graça pelo armazém usando vestidos estampados. Mas conforme os produtos foram faltando em suas casas, foram chegando. Primeiro veio uma comprar açúcar depois outra atrás de café ;com pouco tempo todas já frequentavam o armazém. Zeza Esposa de Seu Claudio foi a primeira a fazer a feira do mês ali; e foi também a primeira a puxar prosa com Dona Flávia. Falaram sobre musica ,felicidade e amor. Zeza falou que amava as musica de Alcione. - Oxé ! Porque tu não falou logo mulher!-disse Dona Flávia- ano passado no dia do meu aniversario , meu Esposo me deu o disco dela, pera ai que vou buscar pra gente ouvir no gramofone. Falou e entrou na casa que ficava pegada ao armazém e voltou com um disco na mão e foi ate o gramofone que ficava num canto do balcão colocar o disco que começou a tocar na hora espalhando pelo ambiente a voz rouca daquela cantora Maranhense. A musica foi ganhando a manha e aproximando as pessoas, logo as duas mulheres estavam tagarelando sem para como se já se conhecessem a um moi de anos. - Alcione pense! num nome bonito, Dona Flavia ,o próximo filho que eu tiver se for menina, vou colocar esse nome. Disse zeza. A esposa do dono do armazém ouvia a outra em silêncio ,depois deu um sussurro e foi ate a porta e ficou olhando pras montanhas. - O que foi Dona Flavia? Falei algo que a Senhora não gostou ? perguntou Zeza. -Não minha amiga! E que Augusto e doido pra ter um filho; e eu já perdi dois bebes. Falou Dona Flávia enquanto limpava uma lagrima que começou a cair de seu olho. - Não fique triste! Senhora, tudo tem seu tempo, em pouco tempo vocês terão uma criança pra brincar pelo sitio. Falou Zeza. - Se Deus quiser ,minha amiga. Se Deus quiser .respondeu Dona Flávia que recebia o dinheiro que a outra lhe pagava pela feira. De fato em pouco tempo a mulher engravidou e era bonito de vé alegria daquele casal que não paravam de fazer planos de como iriam cuidar daquela criança. Quando completou nove meses Dona Flávia foi para o hospital da a luz; numa manhã de domingo; mas morreu no parto, deixando Seu Augusto com a honra de cria a menina linda que nasceu do ventre da morena grandona que tanto amor tinha pra dá. Humberto Filho 03/05/2018