sábado, 15 de novembro de 2025
Historia de vâmpiro parte III
III
O Morcego gostava de ficar pendurado em um dos galhos da árvore do fiteiro de Naldo na praça da Rural no cruzamento das ruas.
Ficava horas ali vendo o movimento das pessoas e dos carros, a noite ali era quase parando, com era durante o dia não sabia pois estava dormindo mais imaginava que tinha fluxo pois era um local central.
Foi em meio a esses pensamentos que o descendente de Drâcula sentiu a presença de outro vâmpiro ali proximo na estação de trem voando em direção a praça.
Seus pêlos enrijeceram e as presas dos dentes cresceram na hora só esperando o momento pra da o bote.
De fato era verdade , mas o outro vâmpiro não conseguiu senti-lo tambem, porque tinha se transformado em craitura da noite a pouco tempo e ainda não tinha tinha esse poder.
Era um jovem vâmpiro somente ,150 anos e não era precavido feito os outros monstros que assumiam a forma de morcego quando voavam em local desconhecido.
O chupado de sangue voava em sua forma original sossegadamente foi passando e vendo de um lado da rua o Mercado Público do outro as lojas o lojão da Econômica o prédio que tinha sido da Patricia movêis e da Romannel e a loja que vendia bolos, estava sossegado pois em Café do vento tinha se alimentado de uma presa fácil uma senhora que esperava o último ônibus para campina Grande numa tenda de um vendedor de frutas.
Passou asobiando feliz pela praça da rural viu a árvore do fiteiro de Naldo reparou no morcego em um dos galhos mas nem deu bola; foi seu erro.
Assim que chegou no cruzamento sentiu pulando em suas costas o outro vâmpiro com as garas afiadas tentando dominá-lo mas Ele não deixou e contra-atacou mordendo o outro monstro que se assustou e vacilou um pouco, mas quando o jovem vâmpiro tentou aperta-lo com força no abraço da morte foi supreendido pelo chute em seus testiculos o fazendo grita de dor; foi seu último grito naquela cidade; porque o vâmpiro mais velho o dominou e voou com ele até a saida de Santa Rita e disse: Não volte mais aqui esse territorio é meu!
O ser maligno ouviu aquilo em silêncio com o coração cheio de ódio e foi simbora , mas no seu intimo tomou a decisão de um dia voltar pra se vingar daquela humilhação tremenda que passou .
ps: mais não deu tempo .
domingo, 9 de novembro de 2025
história de vâmpiro parte II
II
Durante o dia o vâmpiro dormia em um sacrofago que ficava embaixo do galpão da Usina abandonada que ficava do outro lado do Rio paraiba era um local seguro ninguém ia pra lá, pois era violento pessoas eram assassinadas ali; só maconheiros iam lá vez por outra, mas eram gente sem importancia na cidade.
Teve uma vez assim que o vâmpiro veio habitar em Santa Rita ; que um maconheiro adolescente foi fumar maconha no horario errado do outro lado do rio, perto do galpão da Usina abandonada eram quase seis horas , a noite ia começa e ele seria uma presa fácil pra Criatura.
Por causa da proximidade com Cabo Branco ( o ponto mais oriental das Américas) escurecia mais cedona cidade e a alguns minutos antes da seis o monstro abriu os olhos e se espiguichou dentro do caixão de mármore que dormia , afastou a trampa com as mãos e pulou pra fora do caixão e sentiu que tinha sangue quente de gente viva ali proximo e ja foi passando a lingua pelos dentes afiados sentindo em sua cabeça o gosto que tanto o atormentava.
Se transforemou em morcego e foi voando farejando o cheiro e achou o adolescente sentando debaixo de uma arvore olhando no celular as mensagens de sua namoradinha o baseado tinha fumado o efeito tava acontecendo em sua mente.
O ser medronho veio voando por tras do menino que nem notou a presênça maligna pousando em suas costas e rapidamente mordendo seu pescoço e sugando com fúria o sangue do adolescente que so pode na agonia do desespero balançar o celular em sua mão fazendo a lanterna acende e joga a luz na cara e nos olhos do vâmpiro o deixando atordoado com a claridade pois tinha acabado de acorda e ainda não estava acostumado com o claro.
Foi a oportunidade que o garoto teve pra se desvincilhar do vâmpiro e fugir dali pois o vâmpiro voltou voando pra se esconder e se recupera da luz.
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
historia de vâmpiro parte 1
Livro : Vâmpiro
Para: lara , Arthur, Apresentador Victor Freitas, Apresentadora isabela Vilanti
I
Chovia forte aquela noite; parecia que o céu vinha abaixo, raios e trovôes estouravam por toda Varzêa nova as ruas estavam desertas até a Rua principal que era paralela a outra rua principal uma subia e ao outra descia a ladeira.
Foi assim que Melissa ia sozinha subindo a ladeira rua afora até a casa de sua Avó levar Paracetamol pois a velhinha estava com enxaqueca e dor de dente.
Ali pela rua deserta a menina não pensava em nada só queria chegar logo pra aliviar a dor daquela pessoa por quem nutria muito estima; tanto que ao passar em frente ao Mercado público não notou o morcego que pousado na fresta do alto da parede observava cada passo da jovenzinha.
Assim que passou pelo Mercado sentiu algo voando bem atrás de si, mas não se assustou era corajosa aquela Menina mas precisava muito mais do que coragem para se livrar daquela criatura maligna.
O morcego na verdade era um vâmpiro que se transformou assim que Melissa passou por Ele .
O ser da noite voou bem devagar seguindo a Garota e ficou admirado por ela não se assustar por isso atrasou o ataque , não gostava de fazer aquilo, mas sua vida ou melhor sua infinitude dependia disso então atacou.
- Ai que suto! Foi o que disse Melissa ao vê aquele homem pousando na sua frente, quis correr mas suas pernas estavam paralisadas.
- Seja boazinha! que tudo ficara bem ! falou o Vâmpio usando mâgia.
a menina obedeceu na hora e não se opôs quando a criatura se aproximou dela afastou seus cabelos descobrindo o pesoço e a mordeu sugando seu sangue.
No céu achuva não parava , proximo dali um um raio caiu seguido do barulho do trovão mas ninguém apareceu para vé Melissa sendo atacada.
Indefesa não pode fazer nada só deixar acontece, só deixar o sangue sair do seu corpo pelo pescoço sendo sugado por aquele vâmpiro que revirava os olhos de prazer ao sentir o gosto quente de vida; aos poucos a Menina ia desfalecendo em seus braços em pouco mais viraria cadáver mais o vâmpiro se controlou e parou de sugar o sangue e voou com ela em seus braços e adeixou deitada debaixo de uma marquize em estado de choque e fugiu dali.
A chuva não parava de chover e a noite ia escurecendo cada vez mais e Melissa ficou ali fora de si por longas 4 horas , até que pouco a pouco foi sentido o chão frio o vento gelado da madrugada e a chuva que caia abundantemente sobre a terra.
Ela levantou-se apressada sem se lembrar de como foi para debaixo daquela marquize, se lembrou de sua bolsa, a procurou e a achou ao seu lado ( ainda bem ) pois precisava levar o Paracetamol para sua Avó tomar; olhou para o relogio em seu braço direito a hora marcava 1 hora da manhã se espantou com aquilo e sentiu um incomodo no pescoço pôs a mãos lá e sentiu os dois furos e se assutou com aquilo e foi embora apressada pra casa de sua Avó sem sabe o que de fato lhe tinha acontecido.
Não voltou pra sua casa , dormiu na casa de sua Avó mesmo e antes de dormir veio na sua cabeça esse pensamento: "Agora não tenho mas vida, o que tenho é infinitude, não sou mais humana me tornei Vâmpira.
Passou o resto da noite e o dia dormindo so veio desperta na outra noite e muito triste por ter se tornada um monstro foi se exila na Serra de Teixeira.
terça-feira, 21 de outubro de 2025
Conto de tarde da primavera
Conto: Favela
Para: Juju Raiz, ex. Presidente Bolsonaro, Jornalista Samuka, Jornalista Cristino Sacramento
Não tinha muitos morros; nem muita gente o barulho do vai e vem de pessoas era tranquilo. de tarde uma viatura com policiais ficava parada estrategicamente em uma das ruas pra evitar asassinatos e ataques e de noite outra viatura ficava circulando pelas ruas para dificulta o comêrcio de entropecentes assim era aquela Favela.
Namorava uma garota daquele lugar e estava sempre por ali observando aquela gente , sempre me supreendia com alguma coisa.
Dia desses em que ia pegar minha namorada na casa dela para leva-la pra escola vi uma cena que deixou meus olhos de sonhador espantado.
Foi assim duas crianças conversavam uma de 13 anos dizia pra de 11 que ouvia.
- Ei doido, vamos pegar umas caixas de cerveja daquele camihão que ta subindo a ladeira. Eu pulo no caminhão e fico jogando pra tu pegar. é facil vamos Otário? Falou o menino de 13 anos .
O menino de 11 escutou o que o outro disse e ficou sorrindo sem se deicidi se gostava da idéia ou não.
Vi aquilo e pensei no que Jesus falava das criancinhas e fiquei sem enteder nada.
Outra vez em que fui pegar o celular da minha Namorada pois Ela tinha esquecido na sua casa; vi duas meninas a Maiorzinha de nove anos carregava nas costas a Menorzinha de 3 anos, as duas estavam sozinhas na rua na maior segurança. Vê aquilo me deixou confuso aquele lugar era realmente diferente.
Contei pra minha Namorada as cenas que tinha observado ali.
- Você é muito Bobão! tem que olhar o que tem de bom aqui! ela me falou depois me beijou e não tocamos mais no assunto até que numa terça pela manhã.
Quando voltava da casa da minha namorada porque tinha levado o Pet cachorro dela pra tomar banho e tosa os pêlos.
Vi um velho que do gramado de sua casa no pé da ladeira conversava com outra Velha que estava em pé na rua a chamando pra entrar na sua casa pra os dois conversarem.
- Tá doido! eu tenho mais o que fazer! Disse a Velha e deixou o Velho ' chupando dedo".
Quando a Velha se afastou o Velho falou pra mim que estava passando por perto.
' Tá vendo, essas mulheres são dificeis demais; agente chamar elas pra coisa; e elas não querem; agente tudo velho, tamo já morrendo; tem que aproveitar mesmo.Falou o Velho e sorriu , eu também sorri e disse pra Ele: É assim mesmo! chamar ela de novo que um dia ela vai.Respondi pra ele sorrimos de novo.
No mesmo instante lembrei do que minha namorada me disse de ter que olhar o que de bom tinha naquela Favela.
Humberto Principe 28/08/2025
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
Conto de Primavera
Conto: Crianças
Para: Geovanna, Arthur, Eliany Beatriz, Andy Rajoelina Presidente de Madagascar, Apresentador Victor Freitas Apresentadora Vilante
A primavera já estava no meio de nos fazia alguns dias, o sol esquentava com força a Terra, parecia verão mais não era, as pessoas iam pra Praia pro Rio para uma piscina pra se refrescar e se divertir com a Familia.
O Coroa urbano nem pensava nisso vivia feito um sonahador um adolescente crescido.
Mais naquele dia reparu naquela duas crianças; dois Imãos uma menina de 9 anos e um menino de 13.
Foi assim ; quando saia de casa no caminho pra feira onde iria tomar café no fiteiro de Seu Cazuza. O Coroa viu aquele Menino que na rua vendia droga pra um usuário de 25 anos de cabelos vermelhos;a criança vendia os entorpecentes com um sorriso sem malicia no rosto; não sabia das maldades que aquela contravenção penal poderia lhe causar.
O Coroa ficou triste com oq ue viu e continuo seu caminho intem a feira onde sossegadamente ficou atomar café no fiteiro de Seu Cazuza.
Conversa vai sobre a aposentadoria precoce do Ministro Luis Roberto Barroso, conversa vem sobre o fim da Guerra Israel x Hamas.
O Coroa vê do outro lado da rua sentada na calçada encostada no muro aproveitando a sombra do poste a Menina vendendo jujuba com uma alegria inocente na face; pois tinha acabado de vender uma gulosema pra uma mulher.
O Coroa pensou na hora na outra criança que estava vendendo drogas naquele instante; eram dois irmãos; cada um escolheu um caminho.
- O trabalho infantil é triste! falou alto o Coroa urbano, as Pessoas que estavam no fiteiro olharam pra Ele espantadas.
Foi isso que aconteceu naquele dia de manhã e continuou na cabeça daquele Coroa pro vários dias até que na terça-feira de manhã Ele viu o menino que no lugar da Irmã estava a vender jujuba no mesmo canto; só não tinha tinha a mesma paciência da Menina; pois depois de pouco tempo vendo qua as vendas nã esatacm fluindo saiu dali em sentido ignorado.
O Coroa ficou contente com aquilo que viu pois as duas crianças tinham escolhido a honestidade mesmo que isso significa-se a perda da infância por causa do trabalho infantil.
-" Onde estava Deus e o Governo Federal, que não estav vendo isso?! Falou alto de novo o Coroa mais dessa vez as Pessoas nem deram atenção só continuaram com suas vidas na cidade dos Canavias.
Humberto Principe 14/10/2025
domingo, 14 de setembro de 2025
Conto de fim de inverno
Conto: Retiro do grupo ( parte 1)
Para: Jenna Ortega, Ex. Presidente Bolsonaro, Jornalista Michael Andrade
De 8:00 horas da manhã daquele sábado as laudes começaram a temperatura na Capital do Estado estava fria 22 graus graus, pouco a pouco o inverno ia se acabando em pouco dias a primavera viria.
Ajax tinha aguardado geral aquele momento passou a semana inteira sem conta os dias pra chega logo o momento das laudes pra reza junto com o povo do seu grupo ; ficava tão bem com aquilo , aquelas pessoas tinham Deus eram puras viam o mundo sem malicia.
Ajax pensava nisso e cantava com mais gosto a canção que dizia assim: " Bendito seja o Senhor Deus de Israel porque ao seu povo , libertou e visitou..." e lagrimas de alegria caia de seus olhos naquele instante.
" A vida podia ser boa, felicidade é algo paupavel" esse pensamento veio na cabeça de Ajax que sorriu pra o povo do seu grupo que também estavam bem.
- Deus gostava daquela gente e os tratava com carinho. Falou pra si Irmã Clothilde que da porta da sala observava toda aquela cena e feliz agradecia a Deus por tudo.
Humberto principe 11/09/2025
sexta-feira, 5 de setembro de 2025
Conto de Setembro
Conto: Vigilia Jovem
Para: Maria, ex. Presidente Bolsonaro, Jornalista Michael
Era a penultima noite daquele mês, o céu despejava chuva sobre a terra com alguns espaço de estiage; foi assim que Sophia ia praquela vigilia levava na bolsa um saquinho de jujuba pra lancha a biblia o caderno, lapis e brilho labial.
Há dias que a cidade aguardava aquela vigilia jovem, ia vim gente de longe de outro municipio em um ônibus cheio de pessoas boas protegidas da malicia do mundo.
Sophia foi uma das primeiras a chegar na igreja estava com o coração em paz e com um sorisso no rosto bonito.
O ônibus chegou depois cheio de adolescentes que alegravam a noite com seus apitos e gritaria controlada.
o povo da cidade que ja estava na igreja logo se entumou com eles e a vigilia começou com o louvor ao Deus criador depois teve a misssa , tão sublime que todos se sentiram amados por YESHUA.
Assim a noite foi se passando madrugada adentro com pregação, adoração e culto ao Deus salvador; de 5:30 da manhã a vigilia acabou e sophia se despediu dos seus e foi pra casa dormir feliz.
Humberto Principe. 03/09/2025
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