sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
Conto de verão 2020
Conto: A menina e a bicicleta
para: Roberta shalom
Difícil não se preocupa com essa garota pensava pedro enquanto alisava os cabelos da pequena.
- Xau domingo que vem, é pra tu ta aqui de novo visse menino bobo eu gosto de missa viu! falou Ingidy
Em seguida a moça sorriu pegou sua bicicleta e desceu a ladeira da igreja das Graças ; na sua cabeça só pensamentos bons , Deus era algo sedutor e bondoso em sua vida amava a sensação de paz que Jesus Cristo provocava em sua vida; eram essas ideias que povoavam sua mente enquanto descia a ladeira.
o vento da velocidade acertava em cheio seu corpo deixando a menina relaxada mas era preciso controla a bike aquela ladeira era ( junto com a rua do colégio MHS ) a maior da cidade.
sem deixar a bicicleta correr muito Ingridy ia usando o freio e a ladeira foi descida rápido e ao chegar na esquina do Mercadinho de Seu Nezinho a donzela freio a bike e tirou uma Self mostrando ela a bicicleta e a ladeira para postar depois no instagram com a legenda: " Como é bom ser feliz!!!"
No céu a noite enfeitava o firmamento com estrelas, planetas e uma lua cheia.
Humberto Filho 05/02/2020
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
fevereiro tem conto
Conto: Novinha
para: Catarina, kelly
" Eu sou um rapaz direito, fui escolhido pela menina mais bonita"
( Renato Russo)
- Gilberto! quero te vé! vem aqui na padaria gatinho, pragente lanchar! tou com uma amiga minha vem gatinho! perguntou a novinha pelo celular.
- tá certo me espera ai! respondeu o cara ( que era quase esperto) , e assim que desligou a ligação correu pra o quintal pra tomar banho no chuveiro e lavar o cabelo com shampoo pra ficar bem gostoso pra novinha.
Pelo Brasil ninguém percebia isso o Presidente vez por outra dizia alguma coisa polemica pra tira a atenção da sua gestão.
Gilberto e a novinha estavam protegidos disso tudo viviam em uma redoma de paz e sorrisos fáceis.
Na padaria a novinha tava com duas amigas e a filha pequena de uma delas prontas pra lanchar com o dinheiro de Gilberto e foi isso que aconteceu; depois de saciadas de comida as garotas deixaram que a novinha ficasse um pouco só com Gilberto.
Mas a novinha era esperta e ao se vé sozinha com o cara disse: Me da um beijo gatinho! agora só um mesmo; minhas amigas estão me esperando, preciso voltar pra casa, minha mãe não me deixar andar sozinha.
O cara sorriu ao ouvir aquilo depois se encostou bem juntinho da novinha e a beijou longamente de olhos fechados em seguida falou: Hoje foi muito bom Catarina, agora eu preciso ir.
eEse foi sem esperar resposta; pagou a conta do lanche e lá se foi pixar alguns prédios pela noite na capital da paraíba.
Humberto filho 28/08/2019
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
conto de verão 4
Conto: Catarina
Para: Catarina
Catarina amarava o cabelo e o cobria com um boné pra parece um menino, usava calça e blusa larga pra completa o disfarce.
Do alto do prédio ela observava a cidade e sentia um pouco de paz.
Aquela infinitude de concreto,asfalto e automotores que faziam barulho sem para,atormentava Catarina que era muito sensível e delicada suas unhas estavam sempre pintadas de base.
Eu SOU LINDA CIDADE!!! A menina gritava do alto do prédio o som saia forte e se propagava ate acabar no meio de outros prédios ficando só o silêncio de Catarina em cima do prédio.
A garota era linda mas poucos viam sua beleza o boné com a aba baixada servia pra proteje-la de olhos indecorosos.
Naquele instante era noite os 3 lobisomens e o 2 vampiros foram expulsos da cidade por Catarina com seus revolveres de balas de prata e seu canivete especial.
Por causa disso Pedrinho chegou sossegado trazendo na bolsa dois baseados e uma garrafa de vinho que a garota gostava muito.
-Pensei que não vinha mais namorado bobo!falou a garota assim que viu seu Boy.
- Tenho medo da noite,minha flor!só vim porque tu me chamou. respondeu Pedrinho enquanto acendia o baseado dava um pega e ato continuo soltava fumaça dentro da boca de catarina enquanto a beijava.
A namorada ao final do beijo sorriu pra Predinho e o abraçou ficando assim com ele muito tempo depois da garrafa de vinho seca e do outro cigarro de maconha acaba.
Humberto Filho 23/04/2019
quinta-feira, 23 de janeiro de 2020
conto de verão 3
fabula conto: União Animal
A tarde mansamente se ia pra completa o dia; a moça sentada no banco do mirante com os beiços pintados de vermelho sorria pra um bando de pássaros que voavam cruzando o horizonte em busca de algumas árvores pra descansar a siesta da tarde.
Eram 7 passarinhos do brejo da Paraiba que durante a manhã voaram pelas bandas de castanha velha comendo seriguela e acerolas nos pés de lá, enquanto conversavam sobre o reino animal não gostavam de gaviões que comiam os pintos que o povo do sitio criavam , mas quem mandava essa gente cria bicho, animal é pra se livre o passarinho menor vivia repetindo pra os outros do seu bando.
Ao passar pela moça que os observava o passarinho mais velho cantou pra menina a aquarela do brasil pra impressionar a mesma que sorrio na hora.
Sete pássaros inocentes que conheciam apenas o caminho de pau d'arco até castanha velha,que em algumas estripulias voavam ate sertãozinho de um lado e mascate de outro.
Depois que os pássaros se foram a mocinha terminou seu cigarro de canhâmo e disse pra o céu: Meu Deus estou cansada de ser virgem!
Na sequência voltou pra sua casa que ficava na margem da cachoeira com a calcinha molhada e com uma vontade imensa de gerar uma família.
Humberto Filho 29/08/2019
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
conto de verão 2
Conto: Barulho na rua do Comercio
Na Rua do comércio ela ficava com sua pequena barraca de roupa, era uma morena que parecia evangélica por causa das roupas que usava blusa, calça ou saia Jeans comprida.
Ficava já no fim da rua por isso não notou o principio do barulho que foi um boi brabo fugido do matadouro que entrou na rua do comércio metendo cifrada e coice em tudo que visse gente, carro, tudo que passa-se na sua frente.
O primeiro a sentir as consequências foi Luis pipoqueiro que teve seu carrinho de pipoca destruído pelo boi brabo; uma mocinha que passava por ali perto quase foi atacada mas conseguiu escapa correndo sem se preocupa com a saia que levantava enquanto ela corria.
A rua do comércio era uma agitação só naquele instante,menos pra Japonesinha Morena que estava alheia a tudo isso em suas orelhas fones de ouvidos tocavam canções de Merlim que estava no seu celular.
Os homens do matadouro vinha no encalço do bicho, mas estava difícil pega-lo,tentavam em vão laça-lo jogando acorda pra o laço cair na sua cabeça e domina-lo e por uns instantes conseguiram fazer um circulo e colocar o boi brabo no meio mas o animal era esperto e arrisco ficava feito boi em rodeio girando e metendo cifrada e patada para tudo que é lado impossibilitando os homens de chegarem perto dele; teve um que foi tentar se aproxima levou uma coiçada na barriga e caiu desmaiado no chão.
O boi brabo continuo seu estrago estava próximo da barraca da japonesinha morena e ia ataca-la ; mas antes disso ela viu o bicho se aproxima e rápida sem pressa tiro sua 38 do coldre que estava na sua cintura por baixo de sua blusa e disparou três disparos no boi brabo que morreu estrebuchando ;depois que atirou a japonesinha morena caiu no choro e foi consolada por uma bichinha moleque de rua que pedia esmola ali próximo em seguida foi aplaudida por todos que ainda a agradeceram por restabelecer a ordem na Rua do Comércio.
Humberto Filho 15/03/2019
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
Conto de Verão
Conto: Requeijão para o filho
para: Geórgia
- Benzinho! o requeijão tá por 4 reais; compro ou não? perguntou Isabel ( um pouco triste pois tinha sido este o único pedido do filho do casal) , e ficou a espera a resposta do Marido.
- Espere um pouco mulher; vamos primeiro encher o carrinho da feira; a inflação este ano ta uma interesseira. respondeu Benício depois sorriu cheio de malicia pra sua mulher.
A fêmea riu de volta pra seu macho; mas no seu intimo ficou apreensiva pois sabia qual seria a atitude de seu esposo.
23 minutos e 45 segundos depois tinham finalmente enchido o carrinho da feira quinzena; ( a mensal era uma realidade impossível feito estilo de escritor permanecer igual) e na fila do caixa o homem deu o dinheiro pra sua mulher pagar as compras e disse que ia no banheiro e que a estava esperando no estacionamento; sem antes da um beijo longo na sua gata provocando inveja e estranhamento nos outros humanos da fila em seguida se foi.
A mulher ficou apreensiva ate chegar sua vez de se atendida e pagar as compras da feira.
- Obrigada volte sempre! disse a atendente do caixa ( ao mesmo tempo que entregava o cumpro fiscal que acusava 457 reais pagos naquele estabelecimento comercial), sem pensar no lucro do patrão; ainda era pura aquela criatura.
em seguida Isabel se foi com o carrinho de feira até o estacionamento do supermercado e lá com ajuda de um funcionário do local colocou as compras na mala do automotor e deu cinco reais de Gorjeta pro trabalhador que ficou feliz na hora.
Sentado no banco do volante do carro Benício esperava sua mulher entrar no Amarocke quando ele entrou foi logo lhe mostrando o requeijão que ele tinha furtado do supermercado.
- Tu és mesmo um safado! disse sua esposa ao vê aquilo.
- Fazer o que?! aprendi com o presidente Jair. eu e ele somos ricos podemos fazer o que quisermos os pobres que aguentem. falou o conjugues sem antes piscar um olho pra sua prenda.
- Ta certo benzinho! mas tu vai ficar uma semana sem chamego na minha cama falou Isabel.
Ao ouvir isso o marido ficou em silêncio em seguida ligou o carro e foi pra casa da o requeijão pra seu filho.
Humberto filho 14/01/2020
sábado, 14 de dezembro de 2019
CONTo PRA o FLAMENGO CAMPEÃO DA libertadores 2019
Conto: Final Libertadores 2019
Para: Galega flamenguista de JP , que estava no teatro a pedra do reino.
O crêspusculo pouco a pouco se espalhava pela terra; os sol as nuvens e o céu definiam bem o que era beleza.
Aqui embaixo no chão esperança e alegria pareciam querer se multiplicar alem dos 40 milhões que vestidos de preto e vermelho, esperavam ansiosos o grande momento, pra transformar euforia em bem estar.
Mas o que aconteceu nos primeiros 45 minutos daquela primeira etapa de dois tempos, foi frustante triste e cruel; Borja aos 14 minutos jogou agua na fogueira da nação que por pouco não apagou o fogo daquele povo; que sentiu o soco mas continuo em pé levando porrada até o cidadão de preto decreta o fim do primeiro ato.
No intervalo os 11 humanos do time da favela restrabeleceram suas forças e sem medo voltaram para o gramado do monumental de lima pra agentar pancada da equipe argentina e esperar o momento certo de fazer o que fez durante o ano da graça de 2019 que foi ganhar.
No final do 2 tempo Gabigol com ajudar de Bruno Henrique e Arascaeta começou a festa.
Três minutos depois aproveitando que o River sentiu o primeiro soco;o mesmo gabigol mandou uma bomba com a perna esquerda que só foi para no fundo do gol.
Pouco tempo depois o arbito terminou o jogo e ai foi so escuta o grito de: puta, Judeu, advogado, ladrão e trabalhador: È É È CAMPEÃO!!!.
Em uma casinha isolada nas margens do Rio Arraguaia, Ritinha terminou o jogo desligou o radio olhou sedutoramente pra seu marido e disse: Benzinho! já que o Flamengo ganhou! vamos pra nosso quarto fazer amor!
- Tá certo! respondeu Julio
Pouco tempo depois o barulho da torçida e dos fogos de artificios estavam misturados com os gemidos daquele casal de flamenguistas apaixonados.
Humberto Filho 28/11/2019
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