quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
+ um conto.
Conto: Natal feliz
Para: Mayara, Ytilla, Clarinha e Rosy
Os pedalinhos da lagoa ficavam lotados no natal, todos queriam se divertir no centro da cidade enquanto a sua volta o mundo se desesperava aumentando a pressa por nada.
Da ruas das trincheiras pra lagoa, era perto bastava andar um bucadinho que lá estava.
Naquela tarde de natal, Joaquim saiu com sua biclicleta Monark verde com sua namoradinha que morava perto numa casinha de fachada bonita que ficava próxima a academia de comércio, colégio antigo da capital.
Iam sem medo o moleque pedalando e a moça sentada no bagageiro enlaçada em sua cintura cantando um samba bom do Rio de Janeiro que Jorge Bem Jor sempre cantar por ai.
Com 750mil habitantes Jampa desfilava felicidade e cada gente daquele canto eram sua cria e ganhavam agrados tão bons, que os turistas sentiam na pele e sempre voltavam pra cidade em busca de alegria em suas férias.
Joaquim e sua namoradinha Isabel uma pretinha lindados dentes bem branquinhos nem pensavam nisso.
A bike deslizava sem pressa pela praça dos três poderes, depois quando chegou no ponto dos cem reis dobrou a esquerda e pegou a rua lateral que ficava paralela ao final do viaduto Damásio Franco. Passaram pela frente da igreja das Neves e no final da avenida era alagoa, cartão postal de toda Paraíba.
- Que bom meu bem que agente chegou! Disse Isabel no ouvido de Joaquim.
- Tu gosta de coisas simples minha prenda por isso quero tanto tu. Respondeu Joaquim voltando o rosto pra preta que corou na hora e tascou um beijo molhado na boca de seu cabra que quase perdia o controle da bicicleta e batia no ônibus que fazia alinha da praia de Cabo Branco intem o centro, mais a tempo acertou o equilíbrio e consegui chegar na lagoa.
Isabel escolheu o pedalinho do pato branco, a fonte no meio da lagoa jorava agua sem para. Os dois de bobos pedalaram ate lá e de costas jogaram uma moeda juntos e fizeram um pedido em silencio depois se benzeram e foram assistir a missa no shalom. 35 anos depois contaram essa estória pra seus netinhos na ceia de natal.
Humberto Filho 27/12/2016
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
+ um conto!
Conto: Festa de Nossa Senhora do Rosário
Para: Manu shalom, Leiliane shalom,
O sol brilhava feliz no céu saudando o inicio de novembro poucos dias antes outubro se ia deixando um pouquinho de saudade; principalmente no casal de namoradinhos que se formou naquele mês.
“Que bom é o amor!” pensava e sorria Julia que naquele instante vinha do colégio. Era baixa branca cabelos soltos e pretos, olhos de jabuticaba não era gorda seu riso era sua marca registrada tinha por volta de 16 anos.
Caminhava sozinha pela calçada da avenida, seus olhos observavam a cidade, os semáforos os transeuntes os automóveis e o concreto das construções, mais sua mente não estava ali divagava em recordações de Pedrinho, seu namorado um rapaz de altura mediana, branco um pouco forte de músculos mais nem tanto; seus olhos claros viviam a observa o mundo.
Precisamente ela estava a pensar em sábado a noite e em tudo que aconteceu. Foi assim por volta das 6:34 da noite ele chegou na casa dela, vestido de calça e uma blusa do lual das tribos, para leva-la pra assistir a missa na igreja do rosário que festejava a novena da santa de lá.
Julia quando Pedrinho chegou estava quase pronta restava passar blanche no rosto e batom vermelho claro nos lábios e colocar perfume no corpo; decidiu vestir naquela ocasião um vestido branco e sandálias dourados com os brincos da mesma cor.
Estava linda quando montou na garupa da moto do rapaz.
E assim os dois cruzaram a cidade, ate chegarem na igreja.na missa as pessoas abertas ao amor buscavam agrada a Deus que satisfeito cobria todos com paz e felicidade.
Depois que o padre falou: “ Deus vos abençoe! Em nome do Pai1 Em nome do Filho ! em nome do Espirito Santo! Vão em paz e que O Senhor vos acompanhe Amém!”
Pedrinho levou Julia pra da uma volta pelo parque, ela facilmente aceitou e assim juntos os dois chegaram lá.
Julia pediu a Pedrinho uma maçã do amor ele disse que só daria depois de recebe um sorriso.. a garota pensou um pouco e logo em seguida riu tão doce que o ladrão que estava ali próximo e viu aquilo, desistiu de roubar no parque e voltou pra casa apressado pra retorna pra sua gente e amar sua esposa tal qual ela merece.
Ao receber o riso de Julia, Pedrinho comprou a maça do amor pra ela e saíram a caminha pelo meio do parque curtindo a festa e escolhendo qual brinquedo iriam brincar.
Ainda não tinham se tocado embora caminhassem lado a lado, ele era por demais tímido enquanto ela esperava uma atitude dele.
-Vamos na roda-gigante Julia? Você vai gostar- disse Pedrinho de repente.
- Por que não! respondeu e corou em seguida a garota.
A roda-gigante estava lotada naquela noite, cheia de casais, amigos e crianças; era o brinquedo mais disputado do parque.
Os dois estavam na cadeira 3 que por si so já era alta e que logo assim que o brinquedo começou a funcionar fez que Julia se chega-se para perto de seu Boy. Em busca de proteção e suspirou ao sentir os braços dele que a enlaçaram imediatamente.
Quando a cadeira que os dois estavam girou e chegou no topo da roda-gigante. Pedrinho tomou coragem e falou: - Meu bem! gosto tanto de tu e sei que tu gostar de mim. aceitar namora comig...?
Não teve tempo de completa a frase Julia o beijou e ele gostou quando terminaram o beijo permaneceram abraçados e sorrindo um pro outro ate que Julia falou: eu disse sim Pedrinho! agora se prepara pra te apresenta pra minha família! Namorado lindo! E sorriu tão deslumbrante feito o amor. Um dia depois domingo a tarde Pedrinho estava a almoçar na casa de Julia, mais não necessitava muitas apresentações o namoro dos dois era questão de tempo, pensava a família de ambos.
Foi esse inicio de namoro que Julia recordava ao sair do colégio e volta pra casa naquele início de tarde de um día de sol suave.de um meio-dia resfriado por um vento bom de fim de ano. Humberto filho 03/11/2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
+ um Conto!
Conto: Domingo Feliz
Para: Manu shalom, Jenifer shalom
O sol esquentava a terra e secava as folhas das arvores e das plantas, o cêu claro estava cheio de nuvens brancas e vazias, novembro começava assim pras pessoas daquele sitio.
Todo dia ao desperta, Seu Dijanilson ia para o terreiro de sua casa olhava pro céu e rezava uma ave-Maria agradecia Deus e pedia um pouco de chuva pra suas plantações de inhame, batata e feijão-verde e pra o rio fica cheio de novo pra poder tomar banho nele com suas gente.
Era domingo aquela tarde o primeiro final de semana do mês. O vento que soprava por aquelas bandas era frio; alcançou até o sol que não tava esquentando tanto ;dir-se-ia ate que em pouco tempo a chuva iria molha aquela parte do mundo.
Sentando numa cadeira de balanço debaixo de um coqueiro no quintal de sua casa, Seu Dijanilson repousava depois do almoço em família que foi arroz com carne-guisada e suco de cajá e sorvete de framboesa de sobremesa.
O bom homem dormi a sono solto a cesta da tarde; naquele dia não tinha ido para o roçado ,nem pescar na barragem; ”DOMINGO É DIA SANTO! NÃO CARECE TRABALHAR! BOM DESCANSO” logo cedo aprendeu isso com seus Pais e sempre foi o que ele fez.
-“Vovó acorda e e vem brinca com eu!” disse o Netinho de Seu Dijanilson, que despertou e olhou pro menino um pequerrucho de 4 anos pretinho igual a ele, cheio de vida que crescia sem pressa admirando as coisas que seus olhos viam. De repente a chuva caia mansinha trazida pelo vento vinda do litoral era fraquinha o sol nem precisou se esconde; foi um mimo de Deus para os habitantes daquele sitio.
-Porque não?! Respondeu Seu Dijanilson pra seus Netinho enquanto se espreguiçava despertando.
-Vovó1Vovó! Tu cantar uma ciranda! E eu brinco com meu trato e o caminhão EBA! EBA! falou e bateu palmas o menino.
- “Hum! hum! tá bom! Nicodemos querido! Disse o velho.
Assim começaram a brincar a criança enchia o caminhão com areia que recolhia do chão com a ajudar do trato.
E com a boca imitando o som de um motor fazia o caminhão andar segurando e o empurrando com as mãos.
O Avó olhava pra seu Neto e cantava:’ Essa ciranda quem me deu foi Lia, que mora na ilha de Itamaracá..!”
Devagar ao sabor do vento ou da musica a chuva ia aumentando ate agua a terra com gosto.
- Meus amores! A brincadeira acabou! entrem pra casa, pra não pegarem um resfriado1Gritou da porta da cozinha a Esposa de Seu Dijanilsosn.
- Porque Não?! Respondeu o Netinho da mulher.
- Você aprende rápido! Menino. falou SEU Dijanilsosn.
Sua esposa sorriu com aquilo e em seguida todos se abrigaram dentro da casa para terminarem o domingo feliz.
Humberto Filho 07/11/016
sábado, 12 de novembro de 2016
+ um conto!
Conto: Festa Santa
Para: Leiliane shalom, Barbara shalom
A adolescência girava fazendo a roda da ciranda gira. Dentro da roda uma menina dançava vestida num bumba-meu-boi de pano. Além da menina existia dois e um homem cabeludo que tocavam cada um uma zabumba, o homem cantava: “ESSA CIRANDA QUE ME DEU FOI LIA QUE MORAR NA ILHA DE ITAMARACÁ”.
A noite do céu claro deixava a cena bonita, eu também estava ali a dançar ciranda com aquela gente, pouco antes tínhamos assistidos a celebração naquela igreja; era festa da padroeira de lá Nossa Senhora do Rosário era uma noite da novena da santa.
O amor de Deus ainda flutuava em nossos pensamentos.
Minha namoradinha não podia ficar depois da celebração morava longe por isso voltou com seus conhecidos.
Ao se despedir de mim me beijou e eu a disse que amava; ela corou e se foi sorrindo depois se lembrou de algo e virou e gritou pra mim: “ Eu também! Meu bem!”
Gostei muito daquilo e fiquei pensando como iria conta-la que no fim do ano iria para a Síria ou Iraque como médico voluntário da cruz-vermelha-internacional.
Queria levar Eleonora comigo, mais ainda não éramos casados.
Em meio a esses pensamentos a ciranda começou e eu fui tirar retrato pra mostra pra minha namoradinha.
-“ José vem dançar também”. Falou minha amiga Simony.
- “ Porque não?!" Respondi pra ela. E fui dançar com aquela gente e pensara na minha namoradinha. E assim a festa também começou pra mim.
Humberto Filho 05/11/2016
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
+um conto
Conto: Jantar presidencial
Para : Leiliane shalom , Presidente Temer
Outubro dava seus primeiros passos em companhia da primavera, Brasília ansiava chuva apesar dos turistas ignorante ao fato, soltarem fumaça provocada pelo frio pela boca, o Planalto Central tem dessas coisas pensava o Presidente ao fazer a barba instantes antes da grande festa.
Se apontando no quarto presidencial sua esposa uma loira brasileira conservava beleza, harmonia e igualdade . Coisas que a Inglaterra sempre preserva e ate hoje é assim. O Brasil so tinha beleza .que pena!
Pouco tempo depois estavam a receber todo tipo de gente um bando de ricos com suas famílias que iam comer de graça varias comidas e bebidas caras. ‘ Que bom vai sobrar dinheiro pra outras coisas! é a crise!” pensavam os Parlamentares junto e ao mesmo tempo.
- “ Meu amor! Na Inglaterra. O estado é uma nação. Quase sempre eles são egocêntricos mais o povo de lá é rico. o governo sempre gastar dinheiro com, saúde ,educação e lazer de grátis! mais fiquei muito chateada quando David Beckham veio pra cá fazer um documentário na floresta Amazônica e chamou agente do brasil de selvagens. Disse a primeira-dama em seguida lhe deu um beijo tímido que não foi notado pela impressa.
Percebendo a desolação da esposa o Presidente tentou consola-la dizendo: “ Amor meu! Antes de ser Pais, o brasil era uma colônia, os estrangeiros levavam tudo de bom que produzíamos pra seu pais de origem, depois se foram e deixaram seus descendentes, no somos esta gente. A riqueza do apaís é nossa! Confesso que o pai nunca cresce! Amor meu! Tu me deixa confuso. confesso que se tu me aperria mais um pouco. Vou fazer do brasil uma Inglaterra americana. É claro falando Português. Te amo! minha prenda! Falou o presidente depois a beijou.
No mesmo instante Deus abençoava o Brasil com uma estrela cadente que cruzava o céu de Brasília ,era domingo de uma noite bonita de outubro.
Humberto Filho 12/10/2016
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
+ um conto
Humberto Filho 22/09/016
Conto: Vento forte de um día de primavera.
Para: Wallissioneide
Logo cedo a vida amanhecia; uma parte do que era bom amava tanto a vida que fazia de tudo par outra parte do que bem descansa feliz enquanto a manhã esquentava macia ate fica quente.
O professor simples de 30 anos, abria os olhos e criava coragem pra as cinco horas da manha vomita frustações etílicas de um dia anterior e logo após encher recipientes com agua da cisterna daquela casa feliz.
Enquanto isso a criança daquele lar acordava cedo e dizia sem ninguém manda: -“Am! Aa.... AMU..AAA...AMOR!”
- “ Na última vez ela acertou! “ gritou sorrindo Amêlia linda , antes do professor se despedi da família e pegar o ônibus do colégio.
O colégio era simples ficava na cidade do 6 ao 9 ,o professor de arte naquele dia ensinou teatro praqueles alunos.
Meninas e meninos se divertiram enquanto atuaram e aprenderam que teatro imita a vida mais não é real.
O professor ensinou que um aborto é uma coisa triste, mais um nascimento é uma coisa alegre; uma guerra e um casamento são cenas que envolve cenário e personagens e tudo que resulta disso se chama cartasse; que é uma coisa que só a plateia que estive assistindo a peça pode sentir.
Ao meio dia depois de uma manhã de ensino de ensino o professor registrava as aulas quando uma moça faceira e pura chegou pra enfeita a tarde e fala no ouvido do professor que sorriu de alegria; ela falou: ‘ Nos ingleses amamos habito enquanto resto do mundo amar qualquer coisa!”
Humberto filho 11/10/2016
terça-feira, 27 de setembro de 2016
+ um conto
Conto: equinócio de Primavera
Para: morena do CE , Evelyne shalom e Garota de GBA
Era equinócio de primavera a aquela manhã a partir daquele dia seria uma estação em que a temperatura das aguas do oceano pacifico iriam serem resfriadas.
Melissa pensava tudo isso enquanto pedalava na sua bicicleta vermelha, usava um vestido amarelo e a cor de suas sandálias eram pretas, linda igual a bandeira da Alemanha.
O vento a acariciava seus braços e suas pernas; Melissa sorria e se ia pela rodagem iria toma banho de rio com seu amigo Francisco que tinha a mesma idade dela 14 anos.
O menino já tava no rio fazia tempo, colhendo morangos num pé que ficava na margem, concentrado estava não notou a chegada de sua amiga, que silenciosamente tirou suas sandálias e o vestido e de roupas de baixo foi ao encontro dele o abraçou e tampou seus olhos com as mãos.
- “ Adivinha quem é?” perguntou a menina sussurrando no seu ouvido esquerdo.
Sorrindo feito gente feliz ele respondeu: -“ Meu bem querer!” depois se virou e antes de beija-la, sorriram um para o outro.
O sol iluminava aquele ambiente deixando o H2O liquido agradável pro dois se banharem. Ao termina o beijo Francisco colocou Melissa nos braços e se lançou com ela dentro do rio, as aguas receberam aqueles dois corpos enamorados docemente, um branco e uma morena, duas epidermes belas em um mundo bom.
Deus observava aquela cena, e amava o casal tanto que soprou uma suave brisa e fez um rouxinol que estava numa arvore ali próximo cantar uma canção da vida.
Banharam-se e nadaram intem cansar e chegar vontade de experimenta morangos. Melissa tinha trazido cânhamo de um pé que ficava escondido no quintal de sua casa pra degustar junto com Francisco e foi o que fizeram sentados na pedra do rio que horizontalmente cruzava-o deixando uma parte seca e na outra metade corria uma cachoeira.
- ‘ Dadiva bela da natureza!” disseram os dois ao mesmo tempo numa sintonia tranquila.Com gosto de morango e beijos decentes de amor.
Por volta do meio-dia voltaram pra casa, três minutos depois da primavera daquele ano nascer.
Humberto Filho 22/09/016
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