terça-feira, 22 de setembro de 2015
buceta verão
Bom dia! amigos desconhecidos. a musica tem o poder de suaviza as coisas agora neste momento estou aqui ouvir uma musica de Renato Teixeira chamada amizade sincera, é fiquei bem. Meu livro por esses dias vai ser lançando a grafica já ta imprimindo as copias. as pequenas não sei cada dia mais dificil uma me da atenção. Pelo mundo na Espanha o menino refugiado da siria que foi chutado por uma reporter que filmava na t.v na hungria. entrou em campo em madri como mascote de um time europeu. No brasil No RJ mais de 50 mil pessoas encheram o maracana para verem o jogo do flamengo contra o esporte.
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
Obrigado por me lerem amigos desconhecidos.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Buceta music da tarde
boa tarde amigos desconhecidos a vida segui seguindo mês passado quase perdia meu violão, por causa de um amigo meu tive que arrumar 50 conto pra pegar meu violão de volta nesse dia cherei até l.o.l.o. foi punk. mais a existência também tem brisa suave tou tocando nos corpo de uma pequena ai numa brincadeira de escuro da noite, outra pequena apareceu sexta passada aqui em casa e eu tive que conversar com ela enquanto vez por outra alisava seus cabelos ou sua pernas ou tentava lhe roubar um beijo.Além disso meu livro estana grafica pra se impresso e fazeer o lançamento pra ser vendido
pelo Páis Em Sp domingo de manhã fez 13 graus e no RJ no domingo a tarde o vasco ganhou outro jogo no maracana.
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
Obrigado por me lerem amigos desconhecidos.
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
buceta cronica do escritor pop: roberto denser sobre seu aniversario
Então um dia alguém lê algo que você escreveu e diz nossa, que texto magnífico, foi você mesmo quem escreveu? Está verdadeiramente surpreso, pois pra ele escrever tem um quê de misticismo e ter alguém tão próximo que escreve com naturalidade, desenvoltura, fluidez não é apenas inesperado, é também fascinante. Daí você diz, lisonjeado pela surpresa e ofendido pela dúvida, ora, mas é claro que fui eu, quem mais teria sido, visto que eu aqui o exponho, visto que eu aqui solicito pareceres? Você é jovem e, dizem agora, talentoso, talvez até mesmo precoce, superdotado, um prodígio, dizem, e o motivo para afirmarem isso vem da soma de tua idade ao resultado de uma breve investigação: não houve uma influência externa que te causou esse ímpeto de pegar a caneta e rabiscar numa página em branco qualquer coisa que se aproxime de “Era uma vez um garoto que...”, pelo contrário: há em tua natureza introspectiva a presença perene, nascida contigo, de um cacoethes scribendi, uma coceira, uma ânsia por combinar palavras, criar universos, pegar o verbo, que era no princípio, trazê-lo para o teu domínio e transformá-lo em qualquer coisa que quiseres — com ele crias vidas, com ele brincas de deus —, o que fazes às vezes quando a musa senta em teu colo e sopra em teus ouvidos “vai”, ou mesmo quando tu é quem pega ela pelo pescoço e diz “vem”, obrigando-a a sentar em teu colo e ali permanecer. E você cresce com essa convicção, e aos 15 anos percebe que não é Rimbaud. Que você tem a fome de Rimbaud e a sede de Rimbaud, talvez até mesmo as disposições de espírito de Rimbaud, a aspiração mística de Rimbaud e até quem sabe a intuição e a vidência de Rimbaud, mas não, você não é Rimbaud e isso te frustra e você diz para si mesmo que ainda está em seu caminho, que é para não ter pressa, murmura algum cliché motivacional do tipo Caminante, no hay camino, pero... que nada mais é do que uma maneira bonita de dizer que devagar se vai ao longe, que para chegar só é preciso ir. E você vai, vai com tudo o que tem, acredita, superestima seu futuro, faz escolhas de vida que, você crê, te aproximarão de teu destino — você ainda acha que tem um —, mas que na prática só servem pra te levar ainda mais longe do lugar que — você não sabe se onde quer chegar ou se te pertence por alguma disposição pré-existencial. Então chegam os 20 anos, você então é imortal e mesmo que há muito você aceite que não é Rimbaud, algo em seu coração ainda acredita que há muito de Rimbaud em você, e por acreditar nisso e por ser imortal, você quer revolucionar o mundo, reorganizar as estrelas, gritar aos quatro cantos o brado do Deus-Furacão de modo a ensurdecer os que te ouvem (ou deveriam ouvir), já que é pra isso que eles estão ali. E você louva Dionísio, e você vive a vida como quem bebe o vinho, e entre orgias vazias de sentido você pensa em Nietzsche, no bigode de Nietzsche e na solidão de Nietzsche, na enxaqueca de Nietzsche e na loucura de Nietzsche, e em Nietzsche dançando nu no quarto de alguma pousada barata cantando uma música tribal e dizendo Eu sou Dionísio, Eu sou O Anticristo, Eu sou Zaratustra. E você pensa em seu colapso final, no cavalo e no açoite, em Raskolnikov e seu machado manchado de crime. Você pensa em você encarando o abismo, você pensa no abismo te encarando de volta. E volta a pensar em Nietzsche, Nietzsche sentado inerme numa cadeira, com um bigode que lhe cai ao queixo e os olhos enlouquecidos de quem viu o os milhões de infernos que queimam dentro de si. E você abre os olhos e percebe que está em seu quarto, cercado por livros, e que já não tem 20 anos, e sim 25, que continuou a acreditar, que continuou fazendo escolhas que pareciam certas, mas se mostraram erradas, que o futuro outrora superestimado finalmente se fizera presente e não se parecia em nada com o que tua imaginação arrogante de adolescente previra. Já não há crença em Destino, e é quando você percebe que não é Thomas Mann, e que não é imortal, e começa a pensar em Rimbaud com um misto de cinismo e desprezo, um desprezo que no fundo não é direcionado a Rimbaud, mas a você mesmo e ao que de fato, agora você sabe, vocês têm em comum. E algo deixa de queimar em você, o incêndio dos teus 20 anos se transforma numa faísca, e você já não grita DIONÍSIO!, você simplesmente murmura ‘apolo…’, você diz para si mesmo, Cresça, você diz que agora vai, que é preciso, que já não há tempo a perder. E, moderado, você vai, como quem caminha pela primeira vez, como quem anda no escuro, como quem dirige um carro que não é seu, como quem come em casa alheia, cheio de dedos, delicadezas. Mas algo no fundo de você, uma voz que você finge não reconhecer, murmura que por delicadeza ele — a voz — perdeu a vida, e diz ainda que antigamente, se bem se lembra, a sua vida era um festim onde se abriam todos os corações e corriam todos os vinhos. E depois de ouvir isso sabe-se lá por quantas vezes sendo gritado por uma voz que nada mais é que um murmúrio distante, você aceita o fato de que é a voz de Rimbaud, um Rimbaud jovem e poeta e dionisíaco e louco, e pederesta, e cheio de vida, de fome e de sede, e não de um Rimbaud bigodudo, traficante de armas e escravos, preocupado em juntar dinheiro, um Rimbaud que desistiu e que, talvez até por ter desistido, em breve morreria sem as pernas as quais outrora sonhara em não precisar. E você acorda de mais esse delírio, e você encara o seu rosto no espelho e você pensa, Meu Deus, tenho trinta anos. E você vê que está ficando calvo, que sua barba tem um ou outro pêlo grisalho, que suas costas estão se curvando, que seus olhos parecem os de um alucinado — e você sabe por quê, porque como Nietzsche você também ousou olhar para os seus infernos —, que o grau de sua miopia aumentou, e seus tendões estão estropiados por duas décadas de datilografia e digitação frenéticas. E você pensa em Henry Miller, Henry Miller em seus pijamas e seu roupão branco, Henry Miller rindo de tudo, rindo da desgraça dos escritores, da sua própria desgraça, do abismo e de todos nós. E você pensa em Henry Miller chamando a cidade de Nova York de puta, e Henry Miller mendigando centavos, e Henry Miller procurando emprego, e Henry Miller passando fome em Nova York nos anos 20, e em Paris nos anos 30. E você pensa em Henry Miller martelando uma velha máquina de escrever que ganhou de Anaïs Nin enquanto morre de fome em Paris, enquanto dorme entre piolhos e carrapatos em Paris, enquanto cata algo para comer nos lixos de Paris, enquanto diz para si mesmo que falhar como escritor seria falhar como homem. E você pensa em Henry Miller se comparando a Rimbaud, e nas ânsias de Miller e Rimbaud, e nas suas próprias ânsias, e você chora em silêncio, e você respira fundo uma, duas, três vezes, e você pensa que é uma pena que já não fume, do contrário você acenderia um cigarro agora mesmo, e você enxuga a lágrima silenciosa, e você sai para enfrentar mais um dia, e venha o que vier você enfrentará. Com coragem, amor, cinismo ou apatia você enfrentará. É só mais um dia, você diz para si, é só mais um aniversário, acrescenta. É só. ROBERTO DENSER
terça-feira, 4 de agosto de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Buceta + um conto
Conto : Joaquim
Para: Rayane , Rayene, Jessica, Renata, Mary 1, Mary 2, Evelyne
“ Eu vivo sem saber se estou morto ou estou vivo.” ( Paralamas do Sucesso)
Há meia luz num meio de uma contradança; Joaquim mirrava pra governadora que falava que a inflação era a culpa de seu governo não vingar naquele estado.
O rifle era bonito presente de ninguém não, Joaquim o tinha roubado da escola que estudava quando tinha 13 anos; arma velha mais boa; fazia tempo que ele atirava com ela.
Do alto do nono andar de um prédio mirrou pra cabeça da governadora e quando ela acabou de dizer a frase : ‘ Eu sou a solução de você! “. Atirou e o tirou pegou na testa, ela caiu no mesmo instante do palanque no chão e morreu estrebuchando e no mesmo momento a multidão corria em debandada pela praça ( parecia coisa de louco ou de redator chato de jornal de TV brasileira).
Joaquim depois que atirou sorriu e guardou a arma dentro da capa do violoncelo e fugiu rápido dali.
Na manhã seguinte leu a noticia no jornal; ficou um pouco com pena da morta, era até bonita ; mais precisava desses 16 mil dólares pra apostar nos lutadores de M. M. A. e pra financia algumas coisas boas como ajudar alguns pobres.
- ‘ A VIDA TEM DESSA COISAS!” disse em voz alta sem querer. Todos que estavam na lanchonete naquela manhã uns cinco no máximo contando com o dono; olharam assustados para Joaquim.
- É essa noticia sobre a derrota do brasil no futebol, que estou lendo aqui1 disse ele mentido praquela gente.
Pagou os ovos com bacon e o copo de chocolate quente, ao dono da lanchonete e foi embora guinado seu opala vermelho e foi se esconder em algum lugar distante, alguns meses depois voltou pra cidade; gastou o dinheiro com o que queria gastar depois voltou a viver de sempre.
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
Obrigado por me lerem amigos desconhecidos
Humberto Filho 20/02/2013
terça-feira, 28 de julho de 2015
Buceta + uma poesia
Princesa moça
Princesa moça, estou por
aqui, querendo teu sorriso;
sou um escritor sem
chanche mais isso não
vem ao caso.
Neste instante de inverno
quero te aquece e
dizer palavras quentes
no teu ouvido;
princesa moça
sabia que teus
olhos parecem
suculentos e brilhosos
feito ameixa que
pulsa vida e beleza.
princesa moça o
mundo girar sua coisas
as pessoas tentam se agarrar
em algo pra não se machucar;
eu sou penso em te protege
princesa moça teu sorriso,
tua boniteza e tua felicidade
me fazem o maior bem.
Humberto Filho/junho/ inverno de 2014
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
Obrigado por me lerem amigos desconhecidos.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)







