sábado, 11 de novembro de 2017
Conto da madrugada
Conto: Vento, valsa primavera.
Para: Leiliane shalom, Roberta
Os olhos inocentes a baila pelos pares de adolescentes que felizes celebravam a vida no balie da primavera daquele ano; enquanto a musica era tocada no gramofone super potente.
Cristhian Eduard e Elizabeth Thâmela pareciam que flutuavam tal qual a graciosidade que executavam os passos da dançar pelo salão.
As pessoas que não estavam dançando batiam palmas pra eles, que não se importavam com isso e sorriam junto com os outros pares de casais.
Os olhos inocentes há bailar pelo salão acharam o doce casal que dançavam alegrando o salão .
E sorrindo de boba a menina de 9 anos irmã de Elizabeth Thâmela falava pra outras crianças que assistiam o baile com ela. ‘”Eita que eu não entendo esses dois na escola brigam muito e aqui ficam tapiando dançando bonito desse jeito”
Kkkkk. A molecada riu engraçada ainda estavam aprendendo sobre o maior clichê do amor.
Humberto Filho 09/11/2017
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Crônica: da cidade
Crônica: dia das Crianças
Feliz dia das crianças Bambinada, a inocência é tão infantil que sorrir de simples de vé a beleza do Sol.
Sabe crianças dias desses uma cria da sua espécie estava aprendendo a sorrir, quem ensinou foi a Mãe: - Ri José! assim dizia a mulher depois dava uma farta gargalhada e o Menino ria tão gostoso que os cachos amarelos de seus cabelos brilhavam mesmo debaixo das luzes artificias da noite.
Saber crianças a vida é linda crescer é um processo que infelizmente vocês terão que continuar.
OXÉ! Tou falando leseira! Na terra da alegria; criançada bora solta pipa é tão bom, mais cuidado, com os carros, as vezes um moi de pequerruchos correm desembestados atrás da pipa que se solta pelo ar , depois do combate.
Molecada a bica ta cheia de bicho tem intem; leão, macaco e elefante.
Gente pequena quando forem a praia não façam buracos muitos grandes na areia por que ser quiserem podem seca o mar colocando a agua dentro do buraco.
Mais , mais do que tudo amem Painho e Mainha, que numa simplicidade de vida vivem feitos crianças para amar e crescer a cria que deram ao mundo.
Humberto Filho 12/10/2017
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Conto de Outubro
Conto: Doce Menina
Para: Adriana ( Sonho Bom)
Os olhos da doce menina avistava o horizonte, o sol ao longe brilhava; as nuvens de uma brancura imensa deixava o céu uma maravilha de se vê; vez por outra um bando de pássaros cruzavam o espaço aéreo.
O vento que vinha do horizonte soprava junto da menina que sorria mostrando os dentes tão alvos, de uma preta, tão linda, tão pura.
Nas usa mãos um terço era rezado, mais sem perde de vista os bodes e cabras que ela pastoreava em uma das muitas da Serra da Borborema.
A doce menina era simples não gostava da metrópole; uma vez foi de férias pra cidade de São Paulo pra casa de sua tia. Mais não gostou do lugar, vivia chorando com saudade dos bichos que cuidava e de Ciço seu amiguinho que contava estrelas com ela de noite, e que batia palma toda vez que uma estrela cadente cruzava o céu.
Adoce menina só tinha um desejo, que fazia questão de pedira Jesus toda vez na capela da igrejinha depois da missa.
Ajoelhada diante do santíssimo com o rosto cheio de felicidade a menina pedia: ‘ Bom Deus! criador de tudo, fazei com que meus Pais arrumem dinheiro, pra compra uma roda-gigante, pra eu e meus amigos brincar no domingo, que é dia santo!. Foi Mainha que disse pra mim, antes d’eu aprender afala. Me ajudar Jesus. Obrigada! Ter amo!” rezou a criatura de deus.
Dois meses e quinze dias depois a doce menina me contou essa história, enquanto eu tirava um retrato da roda-Gigante do sitio e enviava para o WhatsApp da minha namorada que morava no ceara.
Humberto de Maria 27/10/2017
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
conto da tarde
Conto: Primavera romântica
Para: Ni, Evelyne shalom.
Pela manhã Geyse estudava em Pirpirituba; ia de ônibus escolar que passava de 6;0 horas a aula começava de 7:15, dava tempo de chegar antes do sinal tocar.
Antônio augusto não estudava tinha desistido quinze dias antes da páscoa. Preferia ficar passeando pelo sitio, andar de cavalo, tomar banho de rio e ficar tapiando ( trabalhando) no roçado até Geyse chegar da escola pra os dois namorarem.
De meio-dia a garota chegava do colégio e ia almoçar e se banhar no rio, depois esperava um tempo e ia pra casa de Antônio Augusto.
E assim a tarde se ia com os dois explorando o sitio e se divertindo numa amor bom de adolescentes.
Gostavam de ficar sentados debaixo do pé de manga rosa; pensando na vida e namorando pra todo sempre, pra toda vida.
- Geyse! tou pensando aqui, vamos casar no fim do ano? Perguntou derepente Antônio Augusto depois de da um beijo quente na sua mina.
- OXe! Deixa de ser besta! Respondeu a menina em seguida corou- Meu lindo ,casar só depois que eu terminar meus estudos e a faculdade de medicina. Tu vai me esperara né!?perguntou Geyse fazendo beicinho.
- Só se tu me de aquele beijo, que tu me deu quando eu te levei pra vé a praia de cabo branco ano passado. Respondeu Antônio Augusto.
O beijo dado pela moça se prolongou por 4 minutos 35 segundos e centésimos , no mesmo instante que um míssil da Coréia do norte atravessava o espaço aéreo do Japão e o mundo ficava em pavoroso tremendo; será que vai ter mais uma guerra? Que nada paz era o que o doce casal sentia, Deus cuidava deles e tambem cuidar das outras pessoas.
No fim da tarde se despediram amuados; Geyse foi pra casa estudar, viver um pouco da noite e depois dormir, coisa normal pra uma menina de 13 anos , Antônio Augusto de 17 foi da comida e recolher o cavalo e quando a noite começou a ficar bonita foi pra casa de farinha nas Guaribas e passar a noite toda mexendo massa no forno pra fazer beiju e farinha.
Humberto Filho 11/10/2017
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Conto de Primavera
Conto: procissão de Santa Rita
Foi assim, tarde já flertava com o crepúsculo que vinha graciosamente ganhar o dia e deixa a noite livre a se mostra pra cidade.
O Negro junto com umas garotas amigas sua iam pra procissão; gostavam de reza de vé a fé nos olhos das outras pessoas.
Dir-se-ia que nesses dias onde a festa que os humanos. Faziam em homenagem a Jesus Cristo. O céu se abria de alegria e Deus em sua bondade infinita derramava sua misericórdia e sua graça sobre aquela gente de todo tipo : branca, policial, preta, medico, puta, professor, bêbado, religiosa.
A igreja onde ia começa a procissão estava repleta de pessoas; em sua maioria simples; sabiam do mundo que a terra era boa, que os humanos viviam cordialmente acreditando que gentileza gera gentileza e que Deus do céu esta a olhar seu povo.
Nesse instante o pensamento do Negro foi interrompendo pelo cortejo que trazia a imagem da Santa.
Em frente da igreja paramentado com as roupas de sacerdote, o Padre meio que extasiado pela beleza do fim de tarde que recebia Santa Rita, a santa das causas impossíveis.
O Padre de braços abertos com um sorriso no lábios, divagava ao sentir o amor de Deus vivo tão sublime e simples.
Depois a procissão começou e os nativos da cidade saíram em festa louvando a Jesus e honrando sua Mae maria, cantando musicas de alegria em diversos trios elétricos, varias grupos cantavam musicas, e a multidão em festa ia seguindo esses trios.
O Negro unto com Isabel sua pequena, acompanhava a procissão e se divertiam com aquela gente simples, que viviam de ser feliz.
Ao chegar no santuário teve uma missa, Jesus hóstia santa se deus praquele povo.
Ao final da missa Isabel ficou encantada com tudo aquilo; e depois de beija o Negro disse assim pra ele antes de se despedir: Joaquim, já tou contando as horas pra chegar logo a festa e missa de pentecoste, vai ser bonita igual a essa”.
No céu Nossa Senhora mostrava pra Jesus a inocência daquele casal de jovens do brasil.
Humberto filho 30/05/2017
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
conto de outubro
Conto: Primeiro Osculo
Para: Ni, Evelyne shalom, Ytilla
“Beijo por beijo, sonho por sonho, carinho por amor, paixão por paixão”
( Jorge Augusto)
A Igrejinha ficava no alto do morro, pra chegar até lá, Willian tinha que subir a ladeira 70 metros de pura subida; a cada passo que o menino dava pensava no mundo e na possível Guerra da Coréia do Norte com os EUA.
“ Os misseis são tão cruéis ; porque esse povo que so briga?. Povo besta! eu prefiro ir pra igreja e ficar olhando pra Jacira. Pensou o menino.
Ao chegar na Igrejinha Willian cumprimentou um moi de gente e foi sentar na 4 fila dos bancos. Era domingo o sol não se importava mais o relógio marcava 9 horas a amanhã estava bonita naquele dia.
Em pouco tempo o grupo começou o ministério de musica tocou uma canção de louvor chamada” tempo” da comunidade Shalom, nossos corpos acostumados a amar o amor dançavam possuído de uma tal alegria que o supremo Deus amou e sorriu bondade naquele instante.
7 minutos e trinta e cinco segundos depois do inicio do grupo Jacira chegou ;não percebi pois estava de olhos fechados, mais quando os abri a reconheci imediatamente e vi seus olhos brilhando e ela viu o mesmo também em meus olhos.
-“ No fim do grupo quero falar com tu” me sussurrou de repente a bela menina.
-Tá certo! Sussurrei de volta pra Jacira enquanto agente se sorria e a coordenadora do grupo dizia no microfone: Gente foco aqui! Nada de conversas paralelas, agora vamos ler O Evangelho
O texto lido falava da parábola que Jesus contou de um patrão que logo cedo foi na Praça e chamou homens pra trabalhar pra ele e pagar uma moeda no fim do dia, no fim da tarde ele foi na praça de novo e chamou os outros homens e combinou de pagar também uma moeda pra eles no fim do serviço. E foi o que ele fez no fim do dia quando acabou o serviço pagou uma moeda pra que começou trabalhando logo cedo e também pagou uma moeda pra quem só trabalhou no fim da tarde. Os primeiro ficaram chateados e reclamaram; mais o Patroa respondeu pra eles: “ O dinheiro é meu, e eu faço com ele o que quiser.”
Quando terminou de ler o Evangelho Julinho ( uma bichinha tranquila de várzea Nova) disse assim: Palavra da Salvação!
- Glória A vós Senhor! Respondeu a Coordenadora do grupo, Anamara ( minha amiga maconheira), eu, Jacira e o resto do povo que tava ali.
Quando acabou o grupo, a menina que eu gostava me levou pros fundos da igrejinha e me roubou um beijo na boca tão custoso que demorou 2 minutos e 15 segundos pra acabar
- Depois de Jesus te amo mais! Disse pra Jacira assim que acabou o beijo.
- Eu sei! Menino! por isso te beijei, tu é muito mole. hehe falou e riu a menina garota de mim - Agora cria coragem que hoje a noite depois da missa na igreja do sagrado Coração de Jesus, tu vai pedir pra namorar comigo lá em casa pra Painho falou a menina na mesma hora que me dava um selinho depois correu apressada me deixando feliz com um bonito sorriso no rosto.
Humberto Filho 29/09/2017
domingo, 1 de outubro de 2017
conto de domingo
Conto: Menininha de domingo
Para: Ni, Evelyne shalom
A tarde de domingo se recolhia calmamente, os carros e motos eram poucos trafegando na AV. Dom Pedro II ( a mais natureza verde da capital da Paraíba).
De cinco e 7 a missa começou; setembro se ia calmo tal qual o tempo de deus. O padre presidia a celebração e Jesus inventou de manda um presente pra alegra aquela gente, que o amava simplesmente.
Que foi uma menininha de 2 anos que descobria a vida e por isso amava tudo e sorria com os lábios e com o corpo através de ações infantis que destruíam a maldade e malicia da cidade.
Na hora que estavam cantando o Glória! A menininha batia palmas no colo do seu pai, depois da musica ficou amuada e deu trabalho; mais logo ela se intetreu com a moça que estava sentada na ponta da fila ficou mexendo no terço e no relógio da mesma.
Fazia um bem de felicidade vé o presente de jesus naquele domingo.
Quando o padre levantou a Hóstia Santa e disse; EU O SOU O CORPO DE CRISTO! FAZEI ISSSO EM MEMORIA DE MIM!!!
A menininha ajoelhada aprendia o que era o mistério do amor.
Sem querer querendo Maria Mãe de Jesus sorriu e disse assim pra seu filho: “ Que povo bonito Jesus, ama essa gente com força vixe!”
Humberto Filho 27/09/2017
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