quinta-feira, 3 de abril de 2014
Buceta um troço de rock'inrool
Boa tarde humanidade! a vida as vezes parece balada chamada domingo tocada pela banda titãs, fácil de toca no violão parece sonho.
pois esses dias descobrir que a pequena que amo, esta com namorado, fazer o que existência tem dessas coisas, beber?, bebi ontem mais foi pouco, usei pouco canhâmo também, Por esses dias aqui na minha cidade o prefeito entrar e sair o, vice assumir depois o prefeito assumi hoje aqui pela cidade a população ta fazendo protesto contra o prefeito, eu tou em casa ralaxando escrevendo pois é isso a unica coisa que posso oferece pro povo minha arte.
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
obrigado por me lerem amigos desconhecidos.
sábado, 29 de março de 2014
Buceta a vida é um som!
Bom dia humanidade, faz um ano que Chorão morreu, gostava do som da banda dele,mais triste do que isso ficar as vezes minha vida, mais conseguir passar 3 dias sem cânhamo e alguns vários sem beber , por esses dias aqui na minha cidade, os ricos estão trocando de poder direto ou seja o prefeito foi afastado do cargo ai tipo e voltar com limiar depois a liminar e suspense e eles siar de novo , ai o vice asumir, ta nesses jogos de ratos faz alguns dias. O povo infelizmente é besta é tenho medo de fazer revolução. fazer o que um dia acredito que o povo vaoia fazer uma festa pelas ruas do pais com pichações barricadas coquetel-molotov e ocupações ai depois da revolução tudo será legal.
Estou amando uma pequenaque toca violino na igreja amanha vou vê-la.
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
Obrigado por me lerem amigos desconhecidos
domingo, 2 de fevereiro de 2014
+ um conto
O Inverno dos Lagartos
Os dois velhos imigrantes permanecem estirados nas espreguiçadeiras da varanda por toda a tarde, um em frente ao outro, sob a luz baça do inverno, cujo sol desce, filtrado de leve pela parreira do caramanchão. Dir-se-ia dois lagartos, de pele vermelha, a obter assim o calor que lhes falta. Chegaram há poucas horas do sepultamento do padre e ainda se ressentem da poeira acumulada em suas casacas durante o trajeto e do desconforto das montarias.
Os dois estão em uma atitude repousada e a voz de cada um lhes brota, na penumbra, sem inflexões. Bebem vinho e não desejam se mexer. Apenas aguardam o tempo derramar-se na ampulheta, imersos em reminiscências.
- Foi em vinte e sete...- diz um deles.
- Não, não. Foi em fins de vinte oito ou início de vinte nove – retruca o outro. - Ele apareceu por aqui no mesmo verão em que um negro novo foi mordido por uma jararaca no braço direito. Me lembro muito bem daquela sotaina puída, sob o vento de uma tarde quente. Ao chegar, nada possuía, mas ao morrer... Finou-se fazendeiro, como nós.
- A custa de novena e promessa de missa... Na epidemia.
- Pois.
- Foi em vinte e nove a grande febre...
- Ano dos órfãos...
- Sim. Os órfãos...como os havia naquele tempo... Lembra-te de Marie Vodoz, quase menina e já casada à força com um português?
- Ele a tutelou junto ao juiz, um olho nas terras do finado pai, outro nas ancas da menina.
- Que fugiu dos maus tratos.
- Pois é. Um beberrão que espancava a mulher ao chegar da venda, todo dia. Acabou terminado na cancela da fazenda. Dois homens, dizem que por encomenda, tocaiaram ele meia légua adiante, ali onde uma garapa até hoje faz sombra na estrada.
- Sei. Mal ferido na barriga, ainda esporeou no desvario da morte, debruçado no pescoço do cavalo. Até que o animal estacou na porteira e assim ficou...e o acharam inda vivo.
- Lembro como se fosse hoje. O português escorregou da sela e se arrastou na areia... Morreu abraçado ao moirão, o embornal com duas garrafas de aguardente.
A voz de ambos continua calma e inflexivel como um solilóquio, a evocar as extravagantes aparições de outras eras, homens e mulheres cujas ações, erros ou acertos haviam sido expurgados pelo tempo ou pela morte. Um deles ordena que lhes tragam mais vinho, talvez deseje a embriaguez e o esquecimento.
Há um resquício de calor sob o sol declinante, ainda que à sombra, um frio insidioso infiltre as articulações. Os dois homens permanecem como que entorpecidos. Estabelecem prolongadas pausas, não premeditadas, enredados pelo emaranhado sufocante de seus próprios remorsos, até que retomam o discurso em meio as palavras quase soltas, mas que para um e outro encontram significado. Elas surgem como verbigerações solitárias em meio ao canto penetrante das cigarras e o cheiro onipresente da glicínia que a esposa de um deles plantara antes de morrer.
- Falando nos órfãos, o filho do finado Balmat estava lá. Não viste?
- No enterro, queres dizer. Era cria do padre.
- Sim. Sei. Mas é surpreendente, já que na infância o padre o castigava mais que a própria mula.
- Depois o obrigava a orações suplementares.
- Tornou-se um homem rico, dizem, e tem uma única filha casada com um francês...
- Tribouillet. Sócio de Meyrat.
- Meyrat, o bom Meyrat. A velha raposa que morreu na epidemia...
- E que teve um filho com Marianne Bonnet, outra das órfãs, que partiu para o Rio em seguida.
- Irmã de Françoise Bonnet, casada com o dinamarquês Exner.
- Sim, sim... retornou anos depois casada com Schmidt, fazendeiro na Penna. Ao ficar viúva reconheceu o filho, que agora se chama Schmidt, sem nunca ter sido. Ele vive de rendas. Vendeu as terras do suposto pai.
- Como se diz por aqui, foi tico-tico que criou godero.
Os dois sorriram pela primeira vez.
- Mas, na verdade, compadre, quase nada tem importância neste mundo de Deus... estamos vivos, é o que vale. Perdi um filho para a febre e outro nesta maldita guerra, o que tive com Tereza, a parda que alforriei, ele não tinha trinta anos.
- A guerra não escolhe idade, compadre.
- A guerra não escolhe...
Um deles movimenta-se na cadeira.
- A morte de um homem, quando estamos em nossa idade, nos obriga a pensar. Até onde iremos, compadre? Quanto nos resta? – diz, com uma ponta de melancolia, levantando a taça e observando a coloração do vinho contra o que restara de luz.
- Tempo suficiente para sorvermos mais esta garrafa. – graceja o outro.
- Quero dizer...Quantos de nós...dos que viemos, ainda estarão sob o sol?
- Duas centenas talvez. Um pouco mais ou menos. Éramos mais de dois mil...
-Dispersamo-nos pela província, morremos por doenças, ressentimo-nos mutuamente, padecemos nas guerras. Deixamos nossos pais, irmãos e irmãs, desconhecemos sobrinhos que já não falam a mesma língua de nossos filhos, plantamos café e escravizamos negros...pode ser esta a síntese de nossa existência.
Anoitece. Por vezes os dois guardam silêncio, como se as vozes se tivessem ido, absorvidas por alguma dobra de passado, como se o sentido das imagens periclitasse na traiçoeira borda das reminiscências imprecisas. Mas logo retomam adiante, como uma estrada em que é preciso caminhar. Um dos filhos de um deles, que agora administra a fazenda, mandou que acendessem as lâmpadas de óleo acima daquelas duas cabeças devastadas pelas recordações, sobre as quais insetos iriam bruxolear, indiferentes. Abaixo, do terreiro, os alcançava o canto dos escravos que se recolhiam à senzala, após mais um dia de trabalho rigorosamente igual.
ESRITOR: HEnrique BON
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Buceta ouvindo radio pela internet
Boa tarde amigos desconhecidos, cá estou ouvindo radio pela internt e e falando da vida por esses dias bebi e fumei canhâmo pra caramba, na minha casa as coisas continuam complicada, mais ano passado comprei uma bike ai vivo andando pela cidade desse jeito a vida parece facil, as pequenas sempre são como delirios quando tenho alguma estou feliz. a musica é algo bom, pelo pais no RJ um raio caiu na cabeça da estatua e nas mãos do Cristo redentor foi punk. por Sp o santos vai enfrenta o Corinthias pela final da Copinha, Na frança A mulher do presidente foi bate no Hsopital quando soube que levou gaya do marido, pela PB eu fiquei muito contente depois que beijei a boca de uma pequena arrisca do brejo do meu estado.
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
Obrigado por me lerem amigos desconhecidos.
domingo, 12 de janeiro de 2014
Buceta + um conto
Conto: O Velho e sua Afilhada
Para: Natalia
Naquele dia de manhã dia de verão Afilhada tinha feito mussê de maracuja para o velho vender como sobremessa depois do almoço.
Todo contente ele cantarolava uma canção antiga e atendia dentro do balção do bar.
- EITA que o Senhor tá alegre hoje! disse uma mocinha que vendia verdura na freira junto com seu pai.
- pois não é minha linda! disse o Velho e continuou- é que minha Afilhada fez mussê de maracuja pra vender de sobremessa no almoço.
- Que BOM! ; então hoje venho almoça aqui pra experimenta essa comida, pra vé se é gostosa de verdade! disse a mocinha toda provocativa.
- pois suma daqui sua PESTE! GRITOU o Velho - quem já viu alguém duvida das qualidades de minha Afilha na cozinha! conclui com o velho.
Os clientes do bar ficaram rindo do desempenho do velho e a mocinha toda acanhada saiu do estabelecimento depressa depois de paga e levar o vidro de coca-cola de um litro.
A hora do almoço veio chegando e pouco a pouco o povo da feira veio comer; o mussê fez tanto sucesso que as pessoas repetiam era como se aquela comida tivesse sido contaminada com alegria.
Antes das duas já não tinha mais almoço nem mussê de maracuja pra vender.
O mundo estava tranquilo naquele verão era como se a malicia e a maldade tivesse ido embora azucrina em outro canto.
Naquele dia o velho fechou o bar masis cedo, precisava alegra sua afilhada com algum presente, então se lembrou que ela alguns meses antes ainda no inverno lhe disse que precisava de calcinhas novas pois ais que usava lhe prendia circulação.
O Velho comprou varias lingeries pra sua Afilhada.
Chegando a noite um pouco antes de dormir a agarota vestiu a calcinha violeta escura nova e chamou o Velho- Vem CÁ, o Senhor precisa me dizer, se estar prendendo a circulação ou não! disse a afilhada.
O velho com seus dedos testou todo o elástico da calcinha que a moça usava; depois disse: - Durma tranquila minha LINDA, nada lhe fara mal. Depois ele foi pro seu quarto dormir felicidade.
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
Obrigado por me lerem amigos desconhecidos.
Humberto Filho
Janeior/ 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
Buceta + um conto!
Conto: O Velho e sua Afilhada.
Para: Jaqueline
Eram cinco da manhã quando o velho abriu o bar, as grades eram velhas por isso faziam um barulho ensurdecedor quando eram levantadas, mais quase ninguém reclamava pois naquele horario existiam poucas pessoas nas rua.
O velho gostava desse silêncio do intervalo que a vida lhe dava todo inicio de dia; nos fundos do bar sua afilhada dormia só de calcinha, ela so iria acorda lá pelas dez da manhã , e AI de quem fosse atrapalha seu descanso o velho ficava uma ARARA, a moça era seu REGALO sua CALMARIA.
Quando o relôgio deu 5:15 chegou o primeiro cliente um bebado de feira que dormia e acordava bebado da cachaça mais barata era um pouco mais novo que o velho dono do bar. Depois de tomar algumas doses ele se foi deixando o velho contando moedas.
A afilhado do velho era filha de seu melhor amigo que nas vesperas da sua morte confiou ao velho os cuidados de sua cria. Desde então a menina cresceu faceira o velho fazia todas as suas vontades e a cobria de mimos e gentilezas que acabaram por torna a moça uma criatura bela e agradavel para com todos.
O silêncio do ambiente foi cortado pelo ZUM ZUM ZUM de vozes que acabaram de chegar eram os descarregadores de caminhão de frutas e verduras e horataliças que vinham tomar seu desjejum ali. o velho se pós então a servir café com inhamé, galinha, carne e cuzcus praque-les trabalhadores que comiam felizes.
- O que voçês estão descarregando hoje? peguntou de repente o velho.
Um negro gaiato que comia cuscuz com galinha respondeu de boca cheia (respingando comida por tudo que é lado):
- Pessego e framboesa. depois voltou a comer.
- pois me traga; uma caixa de cada. Disse o velho- e acrescentou- minha afilhada adorara essas frutas.
" E NOIS ADORAMOS ELA" pensaram em silêncio e ao mesmo tempo os homens que estavam ali.
Por volta da dez da manhã a afilhada acordou e ficou muito contente quando viu em cima da cabeceira de sua cama varias frambroesas e alguns pessêgos. que não poder conter um gritinho de felicidade e do jeito que estava gritou pelo velho; que deixou o bar e veio correndo atende-la.
Assim que o viu amoça pulou só de calcinha em seus braços dizendo: - obrigada meu amor! voçê só me faz bem! gosto muito do senhor. E misturando felicidade com inocência e um pouquinho de sensualidade de um beijo estalado no rosto dele.
O velho emocionado e desnorteado por sentir os seios novos e deliciosos de sua afilhada de 16 anos respondeu em seu ouvido:
- Por voçe eu faço tudo minha pequena.
E os dos sorriam e felicidade se foi seespalhando pelo mundo.
No mais corrupção e falta de sexo na minha cidade.
Obrigado por me ldrem amigos desconhecidos.
Humberto Filho
31/12/2013
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
buceta feliz 2014
Boa noite amigos desconhecidos e feliz 2014, pois é a vida ta cada vez daquele jeito por esses dias no fim do ano, sofri pra caramba aqui em casa as coisas no meu lar andar dificil, bebi feito um cara triste querendo ir embora rapido, mais venci, no colegio as alunas e os alunos e eram como doces aprendizem que eu precisava ensinar arte fazer deles seres que se encantata-se com a arte. durante alguns dias desistia de tudo e ficava a tarde e anoite vagando pela cidade andando de bicicleta ou então tocando violão bebendo pelos bares e falando com os amigos e depois fumando canhâmo. mais este tempo passou , agora estou so a brincar com pequena ninfa de cercania bela ela so usando calcinha.
No mais corrupção e e falta de sexo na minha cidade.
obrigado por me lerem amigos desconhecidos.
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